Os Defeitos dos Outros
Ayya Khema
O que percebemos como defeito nos outros é simplesmente uma representação dos nossos próprios defeitos. Se observarmos o que se passa com a outra pessoa, poderemos usar aquilo que notamos como um espelho para conhecermos a nós mesmos. Um comentário sobre dois versos do Dhammapada, de autoria da falecida Ayya Khema.
Fáceis de serem vistos são os defeitos dos outros,
Difíceis mesmo de ver são os nossos;
Os defeitos dos outros você revela
Como no ato de separar a casca do grão,
Mas os seus próprios defeitos você esconde
Como o trapaceiro esconde a jogada perdida.
Aqueles que sempre se queixam dos defeitos dos outros,
Que criticam constantemente,
Os desejos deles crescerão
Distantes estão eles da cessação dos seus desejos.
Dhp 252-3
ESSAS DUAS ESTROFES do Dhammapada são de relevância universal e capazes de gerar insights significativos. Na primeira estrofe, nossa tendência para esconder nossos defeitos é como o subterfúgio de trapacear, porque essencialmente estamos sendo desonestos para com nós mesmos.
Reconhecer como somos na realidade é extremamente difícil, especialmente em relação aos nossos defeitos, pois a nossa opinião sobre nós mesmos é sempre tão fora do ponto, ela é ou muito alta, ou muito baixa. A melhor maneira de obtermos um retrato claro e realista de nós mesmos é nos observarmos com atenção plena.
Não é difícil para nós notarmos os defeitos das outras pessoas, pois eles freqüentemente nos irritam e nesse estado negativo ficamos convencidos de que aquilo que pensamos é o certo e que por isso temos o direito de julgar.
E nós ficamos prontos para criticar, e ao fazer isso esquecemos que o nosso pensamento está baseado nas nossas próprias opiniões, que não são completamente imparciais. Num certo sentido, todas as nossas opiniões estão erradas, pois elas estão enraizadas na ilusão do nosso ego: “eu tenho, eu quero, eu farei; eu acredito, eu sei, eu penso.”
No nível relativo, essas nossas opiniões podem retratar a verdade, mas a verdade relativa não poderá nunca ser suficiente para nos satisfazer completamente, pois no fim, ela pode expressar apenas a verdade de um ego contra a de um outro ego. Uma pessoa acredita nisso, uma outra acredita naquilo; uma faz isso de um jeito, uma outra faz isso exatamente do jeito oposto.
A verdade construída em torno da noção de um ego não pode ser absoluta e pura. Na melhor das hipóteses, ela reflete preferências pessoais. A verdade relativa não pode ir além disso.
Partindo do ponto de vista da verdade absoluta, temos um quadro muito diferente. A partir dessa perspectiva, nós começamos a entender que os defeitos que nos preocupam nos outros deveriam ser reconhecidos em nós mesmos com o mesmo interesse. Os defeitos dos outros são um reflexo dos nossos próprios, pois do contrário não seríamos capazes de reconhecê-los.
Quando vemos alguém com raiva ou exibindo-se com ostentação, nós reconhecemos esses defeitos por já termos experienciado esses estados em nós mesmos. Nós sabemos como essas reações emocionais surgem e como as sentimos. Do mesmo modo, diz-se que só um Buda pode reconhecer um Buda, porque só um iluminado conhece a iluminação.
Quando nos damos conta de que estamos criticando outras pessoas, deveríamos entender que estamos no caminho errado. É improvável que a nossa crítica terá alguma utilidade; pensando bem, quando foi que alguém mudou depois de ser duramente criticado? Espalhar negativismo é sempre prejudicial, principalmente para nós mesmos. É provável que uma outra pessoa fique irritada conosco e se reagirmos com raiva e ressentimento, entraremos num círculo vicioso de mais negativismo ainda, e possivelmente perderemos um amigo.
Portanto, a crítica não ajuda – mas ficar ciente, sim. Se, por exemplo, notamos alguém agindo sem atenção plena, a reação correta seria, “Eu me pergunto quão atento estou neste momento?” E essa é a única resposta válida. Se observarmos algo inábil no comportamento de uma outra pessoa e quisermos criticá-la, deveríamos nos lembrar que a crítica é prejudicial para nós mesmos.
Quando a crítica repetida se tornar um hábito, nós teremos entalhado marcas de negativismo dentro de nós mesmos. Provavelmente todos nós conhecemos alguém que faz da crítica um hábito, e nós sabemos o quão desagradável é escutá-lo.
Portanto, devemos estar alertas para com as nossas críticas, e evitar que as outras pessoas sofram com esse hábito desagradável. Deveríamos também estar conscientes de que cada vez que criticamos, estamos gradualmente formando um hábito.
E se, ao contrário, usarmos a oportunidade para observar o que está acontecendo com as outras pessoas, poderemos usar o que notamos no comportamento delas como um tipo de espelho de nós mesmos.
E esse é um espelho precioso, porque embora ele não nos proporcione uma vista dos nossos traços físicos, ele nos permite começar realmente a difícil tarefa do auto-conhecimento.
Essa tarefa é difícil porque nós não só somos desprovidos de atenção, como preferimos essa situação – nós preferimos não conhecer a verdade; estamos ansiosos por evitá-la por que tememos que ela seja desagradável.
Dois dos oito fenômenos mundanos estão envolvidos aqui: elogio e crítica. Preocuparmo-nos em ganhar elogio e evitar a crítica é obviamente um pouco absurdo, mas na verdade nós não questionamos isso. E além disso, essa preocupação é a responsável pela nossa relutância em entrar em qualquer tipo de auto-análise: temos medo de encontrar coisas que poderiam fazer com que tenhamos que aceitar a nossa culpa. Preferimos usar viseiras, evitando olhar para dentro de nós mesmos de maneira abrangente.
O medo da censura pode ser tratado usando a fórmula, “Reconheça, não critique, mude.” O primeiro passo é se tornar consciente desse medo de ser repreendido, do desacordo, da falta de apoio e apreciação.
A raiz de todo medo é o medo da não existência. De modo subliminar, ele está presente em todos nós e pode emergir repentinamente com o pânico, simplesmente por que nós não queremos incorrer em censura. Ao mesmo tempo, estamos sempre prontos para colocar a culpa nos outros, com a crença de que isso não irá nos prejudicar. Mas estamos enganados, pois ao dar lugar para a negatividade, somos nós que sofremos.
O medo da censura é o mesmo que o nosso medo da morte, ou o nosso medo como agente do nosso ego, da nossa auto-afirmação. No final, é o medo de não estar mais aqui. É claro que quando prevemos uma acusação, não tememos desaparecer naquele momento; tememos o desaparecimento da nossa auto-estima que depende da apreciação dos outros.
Obviamente, isso é loucura, mas mesmo assim a maioria das pessoas está totalmente convencida dessa idéia, algumas ao ponto da obsessão, de modo que elas ficam o tempo todo tentando agradar a todos. Mas como esperamos alcançar isso? Nós, em primeiro lugar, sequer sabemos quais são os sentimentos e desejos das outras pessoas.
Embora não possamos fazer tudo de acordo com o que os outros querem, podemos sempre tentar fazer o que é mais benéfico.
Que nós queremos aplauso e elogio, é um fato da vida. Nossas ações são geradas com esse fim e se o nosso desejo é frustrado, somos tomados pelo medo que impede a objetividade.
Em outras palavras, nós tememos a crítica. Para nos livrarmos desse medo, deveríamos começar tentando não ser tão críticos nós mesmos, compreendendo que o que quer que façamos retornará como um bumerangue.
Esse primeiro passo em direção ao insight do princípio de causa e efeito – algo observável por toda parte no universo – é insuficiente para superar todo o medo. O segundo passo envolve a compreensão da natureza do medo. Na nossa busca por afirmação por parte dos outros, nos tornamos escravos do nosso ambiente.
E enquanto esse ambiente deixar de corresponder às nossas expectativas ou de confirmar o quão maravilhosos, inteligentes e bonitos nós somos, continuaremos desconfortáveis. Tal atitude torna a vida imensamente difícil e obstrui nosso progresso em direção ao auto-conhecimento.
Por outro lado, o auto-conhecimento honesto é essencial para que sejamos capazes de abandonar as nossas obsessões, inclusive o nosso medo da censura. Pois só podemos abandonar aquilo que tivermos reconhecido completamente por nós mesmos, e é bem desnecessário transformar o nosso medo da censura em medo do auto-conhecimento.
O fato de sermos capazes de abandonar o ego, depois de termos compreendido que isso não significa que iremos morrer, significa que o egocentrismo não é mais a força dominante na nossa vida. As coisas não precisam revolver em torno de como nós as vemos todo o tempo.
Ao invés disso, abrimos um espaço dentro de nós para aquilo que é universalmente verdadeiro. Nós então compreendemos que, por que existem erros em cada aspecto da existência condicionada, a perfeição não será encontrada em lugar nenhum.
Considere o fato da impermanência: tudo que existe deve desaparecer, e nada permanece o mesmo. Se tentarmos nos agarrar a alguma experiência, ela escapará como areia através dos nossos dedos. A falta de confiabilidade fundamental nas coisas pode, é claro, se tornar uma ocasião para uma crítica, especialmente quando outras pessoas nos deixaram na mão por não manter um compromisso ou não completar um trabalho como combinado.
Ninguém, sob forma nenhuma, criticaria uma estrela no céu quando ela se torna supernova e desaparece – nós sabemos que não teria sentido demonstrar esse tipo de reprovação já que isso acontece naturalmente. Mas na realidade, isso é a verdadeira natureza de todas as coisas, e igualmente não faz sentido se queixar sobre a falta de confiabilidade de tudo o mais no universo. Todas as coisas condicionadas são imperfeitas.
Essa é a razão pela qual vale a pena olharmo-nos sem medo e ver o que é que nós não gostamos nas outras pessoas. Desgostamos da negatividade delas? Deveríamos nos examinar em relação à negatividade. Desgostamos da busca constante de atenção da parte delas? É possível que nós também tenhamos o mesmo desejo de ser o centro de atenção? Dessa maneira, conseguiremos nos conhecer cada vez mais.
Todos nós conhecemos o medo que surge repetidamente no decorrer desse exercício: “Talvez eu não seja tão bom quanto eu pensava e se eu não sou bom, outras pessoas irão me desaprovar .”
Eu chamo isso de “pensamento de resultado direcionado”: nos enrijecemos de medo diante dessa ameaça como diante de uma chicotada, e isso poderá levar à dor física.
Nós acreditamos que tudo tem que ser perfeito, correto em tudo. Mas que expectativa é essa? No universo tudo caminha do seu próprio jeito continuamente. Os rios fluem e qualquer tentativa de pará-los causaria uma enchente.
A vida flui continuamente; quando cada dia termina, um novo dia nasce. Por que não nos entregamos a esse fluir das coisas e paramos de pensar em colocar numa direção específica todas as coisas que têm que ser corrigidas?
Isso se aplica tanto à nossa meditação quanto a tudo o mais. Embora possamos estar sentados calmamente na nossa almofada, sem que ninguém nos diga nada ou nos critique, ainda assim descobrimos que nós mesmos estamos colocando pressão e bloqueando a nossa meditação.
Se pensarmos que a nossa meditação tem que ser perfeita, seremos incapazes de meditar, e só encontraremos ansiedade. Não tem sentido pretender fazer tudo de modo perfeito; só podemos nos esforçar para fazer o melhor possível. Estaremos em melhor situação se desistirmos do desejo de sermos estimados. É claro que se alguém nos demonstra sua apreciação, gratidão e mesmo contentamento pelo que fizemos, isso é bom, mas bom para eles.
Deveríamos lembrar também que estamos mudando constantemente. Nossos poderes e capacidades podem ser vistos flutuando de um momento para outro. Isso também se aplica na meditação.
Algumas vezes a mente foca muito rapidamente; em outras ocasiões ela pode ter que se livrar de tantos pensamentos que uma hora terá passado antes mesmo de termos alcançado um grau de silêncio interior. Nós tendemos a atribuir essa inabilidade ao nosso “ego” e assumí-la como nossa. Mas, por que será que sentimos a necessidade de fazer isso? O que acontece realmente é que a mente está constantemente mudando.
Se pudermos ver como tudo muda em nós mesmos, será lógico concluir que o mesmo acontece com todos os demais. Se uma pessoa se comporta de modo indigno de elogio, deveríamos considerar que ela mudará, na esperança de que seja para melhor. Assim, ao tornarmo-nos mais conscientes da impermanência, especialmente da impermanência do mau comportamento, nós acharemos mais fácil abandonar o hábito de prestar atenção obsessiva aos pequenos erros e de criticar.
Como vimos, aquilo de que nos ressentimos mais nos outros são aquelas características que menos gostamos em nós mesmos. Nós também vimos que se despendermos algum tempo, de vez em quando, para investigar e compreender essas tendências, poderemos fazer um esforço para superá-las.
Entretanto, no decorrer desse processo estaremos susceptíveis de fazer algumas críticas pesadas, porque ao mesmo tempo que o comportamento que observamos possa se assemelhar com o nosso próprio comportamento, as pessoas que criticamos podem não estar fazendo o esforço para a purificação que nós fazemos.
E essa atitude cria uma quantidade enorme de atrito nos relacionamentos; pode não ser de forma explícita, mas mesmo assim, estaremos guardando sentimentos de desaprovação e antipatia. Repetidamente precisamos fazer um novo esforço para aceitar os outros e refrearmo-nos de criticar. E isso é verdadeiro até em relação a nós mesmos. Não deveríamos criticar e reclamar, mas ter sempre em mente a fórmula: “Reconheça, não critique, mude.”
A primeira parte - obter uma opinião clara sobre nós mesmos - é o mais difícil. A segunda – não criticar, também não é fácil, pois a mente responde negativamente a qualquer sensação desagradável. Tudo que desgostamos em nós mesmos – tudo que não podemos aceitar e que gostaríamos de mudar – produz uma sensação desagradável e a auto-reprovação, e com isso podemos perder a noção do caminho para o auto-conhecimento.
É o insight da impermanência que facilita a busca do auto-conhecimento. Quando se tornar claro que tudo que vemos está desaparecendo, ficará muito mais fácil evitar o hábito de nos criticarmos.Tudo que vem, vai, e nunca mais retorna, e nada que vem em seguida será exatamente o mesmo, não importando o quão parecido possa ser. Investigando a impermanência deste modo, começaremos a ser capazes de nos aceitar e de aceitar os outros de bom grado.
Reconhecer a verdadeira natureza daquilo que criticamos nos outros, irá nos ajudar a desenvolver uma nova opinião a nosso respeito. Nós nos libertaremos daquilo que nos ofende, não evitando as pessoas com esses defeitos, mas deixando de lado a necessidade de fazer com que os outros sejam responsáveis por não serem do jeito que nós achamos que eles deveriam ser.
Nesse processo, podemos reconhecer tanto a impermanência, como dukkha. Compreender que dukkha surge de nossas próprias reações negativas, que inclui o medo da crítica, torna as coisas mais fáceis para que nos refreemos de criticar os outros. Podemos ver que quase todos conhecem o medo que deriva da falta de apoio e da falta de julgamento positivo, e que esse tipo de dependência das pessoas é extremamente desagradável.
Como podemos supor que as outras pessoas possam ter sempre uma opinião correta sobre nós? Será que não acordamos para o fato de que estamos todos presos na armadilha da ilusão, que torna impossível para nós termos uma opinião verdadeiramente objetiva? A ilusão é que somos indivíduos separados e que podemos ter unicamente contatos agradáveis, através dos meios dos sentidos, se formos suficientemente espertos para arranjar as coisas da maneira certa.
Todos vivem com essa ilusão que lhes proporciona o desejo pela existência e o medo da aniquilação. Como, então, é possível que outra pessoa nos confirme a nossa existência? Todos os medos refletem esse medo da aniquilação. O medo não está limitado ao medo relacionado com a nossa existência física, mas se estende para a nossa existência emocional ou auto-afirmação. Se nos tornarmos cientes desse medo, poderemos desenvolver uma profunda empatia em relação às outras pessoas, pois toda a humanidade sente esse desejo pela existência, que produz o dukkha mais severo.
Esse medo profundamente enraizado é o obstáculo no caminho para o contentamento perfeito, num nível humano básico, e uma vez que comecemos a entender essa correlação, pararemos a busca da satisfação nos lugares errados. Ao invés disso, tentaremos transcender as dificuldades da condição humana causadas pela ilusão do ego.
Mas, primeiro, temos de reconhecer que o medo do auto-questionamento, junto com o medo de ser criticado pelos outros, e a correspondente compulsão para criticar, são motivados pela necessidade de reforçar a nossa auto-afirmação. Ao condenarmos os outros, estamos fazendo com que nos sintamos melhor. Chegaremos perto da verdade se admitirmos que todos nós temos fraquezas.
Esse reconhecimento nos leva um grande passo adiante em direção ao insight quanto à fundamental insuficiência da existência, nesse nível humano, condicionado. E só quando nos tornarmos cientes dessa insuficiência é que experienciaremos uma urgência de deixar esse nível para trás – não fisicamente, é claro, mas no que se refere a abandonar nossa ilusão do ego.
Os problemas que temos que superar não nos incomodarão mais e nós ganharemos o insight de quaisquer outros problemas que continuem a nos causar dificuldades. Seremos capazes de ver que ainda temos de transcender aqueles problemas, uma vez que alguns eventos ainda podem nos incomodar.
Se, por exemplo, ao ler nos depararmos com más notícias e instantaneamente sentirmos negatividade brotando dentro de nós, poderemos assumir que ainda não perdemos nosso desejo e a nossa raiva. Existe muito de destruição no mundo, mas irritação e condenação mostram apenas que o ódio está profundamente enraizado nas pessoas.
Todos nós nascemos com seis raízes – três boas e três más – e elas são a razão pela qual não faz sentido fazermos críticas, tanto a nós mesmos, como aos outros. A única resposta que faz algum sentido é reconhecer essas raízes e nos comprometermos a encorajar as boas raízes a florescer para que gradualmente atenuemos as prejudiciais.
As raízes prejudiciais são, é claro, o desejo, a raiva, e a delusão, (delusão no sentido de ilusão do ego). Mas os seus opostos também nos deveriam ser familiares. Se pudemos ver as três raízes boas – generosidade, amor incondicional, e sabedoria – nas outras pessoas, poderemos chegar à conclusão natural de que elas também estão presentes dentro de nós. Na realidade, nós sabemos muito bem, exatamente quando, onde e como praticar. Palavras e preceitos nunca são suficientes por eles mesmos, mas nós já temos sabedoria dentro de nós, o bastante para perceber a verdade quando queremos ouví-la, e saber onde ela pode ser encontrada.
Aqueles que sempre se queixam dos erros dos outros,
Que criticam constantemente,
Os desejos deles crescerão,
Longe estão eles da cessação dos seus desejos.
Nessa estrofe, “cessação dos desejos” é um outro termo para a perfeita purificação. Isso quer dizer que o desejo e a raiva não estão mais presentes, e quando eles tiverem desaparecido a pessoa estará perto da completa iluminação. Até lá, como essas palavras do Buddha deixam claro, existe muito trabalho interior a ser feito, pois enquanto criticarmos, não estaremos cientes das nossas motivações e seremos incapazes de trabalhá-las.
Essas motivações são principalmente as duas raízes do desejo e da raiva. Ambas brotam da delusão, ou ignorância, da ilusão que nos leva a crer que realmente existe “alguém.” No nível relativo é verdade que estamos aqui sentados na nossa almofada de meditação, mas a verdade absoluta é completamente diferente.
E como vivemos de acordo com a verdade relativa, como um “eu” que existe em relação a “você,” nós nos experienciamos como separados dos outros e queremos proteger e construir paredes à nossa volta. Para realizar isso, nós fazemos uso dessas motivações e a cada vez que formos negativos, elas são fortalecidas .
Essa é a razão pela qual é tão importante observarmos nossas reações emocionais com atenção plena – estarmos conscientes delas repetidamente, assim que elas ocorrerem, ainda que não possamos abandoná-las.
Uma vez que notemos essas reações, poderemos notar também quanta agitação elas incitam e portanto, quão prejudiciais elas são para a calma que necessitamos para a meditação.
Na vida diária, não é fácil notar a diferença entre uma mente calma e uma agitada; a meditação, a longo prazo, faz com que esse contraste seja mais aparente. Notamos que nossas reações não consistem unicamente de crítica; suas raízes podem ser encontradas no desejo, na aversão e no medo.
De acordo com o Buda, nossos desejos crescem quando olhamos para os defeitos dos outros e cedemos ao anseio por emoções negativas, pois isso reforça a nossa separação, o que por sua vez leva a uma ilusão de ego ainda mais entrincheirada. Por outro lado, nossos relacionamentos também podem ajudar-nos a aprofundar o insight, se compreendermos que os outros estão sujeitos às mesmas leis da impermanência, sofrimento e insatisfação como nós.
Na verdade, deveríamos considerar os relacionamentos com outras pessoas como ocasiões para um aprendizado, e se os usarmos dessa maneira, nos beneficiaremos de um sistema educacional de primeira classe. De fato, podemos considerar nossa vida de modo geral como uma contínua oportunidade para aprender. Todos os relacionamentos podem ser uma medida do nosso treinamento no amor e compaixão e uma excelente oportunidade para podermos nos conhecer.
Se rejeitarmos ou condenarmos uma pessoa, estaremos agitados por dentro. No momento em que abandonamos esse sentimento de censura, a paz retorna. Abandonar não é fácil, mas existem muitos insights pequenos que podem ajudar-nos nessa direção, por exemplo, o insight de que nós mesmos criamos essa agitação e que isso nos prejudica.
Se continuarmos refletindo sobre a impermanência e dukkha, começaremos a entender que o universo todo está sujeito a eles. Tudo está em constante processo de dissolução, de desaparecimento e de um novo surgimento. É por causa desse movimento ininterrupto de todas as coisas que nada pode ser inteiramente satisfatório. Uma vez que reconheçamos o fato da impermanência em todas as coisas, não sofreremos mais por isso. Somos, afinal, parte de uma comunidade de bilhões de pessoas, e cada uma experienciando exatamente o mesmo fato da vida.
Podemos aplicar os princípios gerais da impermanência e dukkha a qualquer situação. Observar essas características em tudo que colocarmos os nossos olhos é o próximo passo no caminho em direção ao insight. Nós então veremos que nada é perfeitamente satisfatório, que tudo é impermanente. Nessa análise, nenhuma exceção pode ser feita; tudo tem de ser incluído.
Não podemos dizer, “eu tenho a experiência de dukkha, mas aquela pessoa que me causou tanto dukkha é uma imprestável.” Na verdade, ela experiencia tanto dukkha quanto nós. Assim, gradualmente, desenvolveremos um sentimento de que o mundo é uma totalidade, e que ele não consiste meramente de fenômenos individuais.
Cada vez que reagimos com medo, a soma total de medo no mundo é aumentada. Cada vez que guardamos negatividade dentro de nós, desaprovação ou crítica, a soma total de negatividade é aumentada. Por outro lado, se compreendermos a impermanência e dukkha, esse insight aprofundará a soma total de sabedoria no mundo.
Se virmos claramente que cada indivíduo carrega a responsabilidade pela totalidade, estaremos mais preparados para viver num nível onde não vejamos mais todas as coisas como entidades separadas.
Cada boa ação acrescenta bondade no mundo, porque nós somos o mundo. Nossas sensações, pensamentos, palavras e ações são um componente do mundo. Com base nisso, é pura falta de visão criticar; fazer isso é deixar de ver as características fundamentais, ou marcas da existência que são: impermanente, insubstancial e insatisfatória.
Quanto mais meditarmos e quanto mais profundamente absorvermos e refletirmos sobre as verdades universais do dhamma, mais fácil será para nós aplicarmos atenção plena nessas marcas da existência e na vida diária.
No nível da verdade absoluta não existem entidades separadas – tudo é manifestação. Mas no nível relativo cada um carrega a responsabilidade pela manifestação do bem.
O medo é uma característica que pode ter suas origens no desejo de reter uma natureza essencialmente fixa e separada como indivíduos, e no desejo de que a vida seja agradável o tempo todo. Ambos os desejos não são realistas: não podemos ficar aqui para sempre e as coisas não podem ser agradáveis o tempo todo, assim, o medo surge em relação a esses dois objetivos e bloqueia o nosso caminho.
O medo pode ser uma emoção muito poderosa. Diz-se que o medo da morte é pior que a morte. Do mesmo modo, este tipo de emoção desabilita qualquer tentativa de sustentar um insight real. Quase todo meditador experimentou o medo que pode surgir durante a concentração, quando a asseveração do ego repentinamente entra em temporária suspensão.
Uma vez vencido esse medo, o próximo passo é compreender que estivemos correndo atrás de algo impossível. Então, o desejo, realmente sério, de transcender esse nível humano comum de existência se desenvolverá.
O medo que surge no curso desse processo precisa ser abandonado, não uma vez, mas muitas vezes, sempre que formos atacados pelo medo de que o nosso ego esteja sob ameaça.
Essencialmente, é o mesmo medo de quando estamos sendo criticados ou quando nos é negada a certeza de um ego, que tanto desejamos. Existem muitos nomes diferentes para o medo, mas basicamente é o medo da não-existência.
O antídoto mais efetivo contra a nossa tendência de criticar, os nossos próprios erros e os dos outros, é testemunhar a verdade da impermanência e dukkha. Não é suficiente dizermos para nós mesmos, “eu não deveria criticar.” Nós provavelmente sabemos disso há muito tempo. O problema é que nós somos freqüentemente atraídos pelas coisas que não deveríamos ser. Com relação a isso, só uma atitude engajada com o insight, o principal propósito da meditação, é que poderá nos ajudar.
O objetivo da meditação é fazer com que experienciemos a nós mesmos mais profundamente, e essa é a razão pela qual ela deveria ser apoiada pela contemplação e reflexão para aumentar a nossa autoconsciência.
Que grau de medo nós guardamos dentro de nós? Quanto tememos a perda de nós mesmos? Esse tipo de inquisição nos leva mais próximos da verdade. O problema crucial aqui não é se somos capazes de abandonar o nosso medo imediatamente, mas se podemos ganhar novos insights através desse nosso exame.
Poderemos aprender muitas coisas com os defeitos dos outros. Acima de tudo, poderemos chegar a conhecer muita coisa sobre nós mesmos. E quando assim o fizermos, alcançaremos um sentimento de conexão, de solidariedade para com os outros, como se eles fossem nossos irmãos e irmãs. Do contrário, enquanto nos mantivermos separados e enfatizando nossas diferenças pessoais, nossos apegos, nossos desejos e raiva terão a sua força aumentada.
Aulas teórico-práticas com Julio Cesar Tafforelli. Fone 3422-9135 e Cel 9760-2834
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domingo, 1 de maio de 2011
domingo, 10 de abril de 2011
Terapia Atenção Plena online para ataques de pânico e ansiedade
O transtorno do pânico afeta entre 3 e 6 milhões de americanos e é duas vezes mais comum em mulheres. Todos nós experimentamos pânico em algum momento em nossas vidas, mas aqueles que sofrem de transtorno do pânico experimentam ataques de pânico diariamente, e esta forma de ansiedade pode reduzir bastante a qualidade de vida, fazendo mesmo simples atividades como compras no super- mercado sejam incontroláveis.
Em sua forma mais grave desta forma paralisante de ansiedade pode levar a agorafobia, um medo muito intenso de ir para além da zona de segurança da sua própria casa. Em tais casos graves, é aconselhável procurar ajuda médica.
Uma das características do pânico ansiedade é o medo intenso do ataque de pânico propriamente dito. Sofrem são mortalmente com medo do próximo ataque de pânico e o sentido de perder o controle e o constrangimento social que trará.
Algumas vezes sentimos medo que a ansiedade de núcleo é tão poderosa que ele vai literalmente Sugar-nos permanentemente em um estado de loucura.
Mais pânico ansiedade sofredores de reconhecem que o medo do medo é o principal problema que eles têm de lidar com a fonte principal de seu sofrimento emocional.
Panic anxiety is made up of primary reactions and beliefs that form the core of the emotion and a whole superstructure of secondary reactions, which are all the cognitive and emotional reactions of avoidance, resistance and proliferation.
The cause of the primary reactions can be due to chemical imbalance or a severe emotional trauma that produces changes in the brain that result in a very primitive “fight or flight” type reflex reaction.
Whatever the cause of the primary reaction, the mind is left with the job of trying to process this intense emotional energy, which leads to layer upon layer of secondary reactivity.
The mind begins to proliferate beliefs about what is safe and what is a threat, resulting in avoidance behaviours, which can become very complex and convoluted.
The fear of losing control proliferates into endless worrying and catastrophic thinking, which intensifies and prolongs the original anxiety. This can lead to tertiary reactivity, which are all the feelings of depression and anger directed at oneself for not being able to cope and which lead to a loss of self-esteem and self-confidence.
Além de causar tanto sofrimento, todas estas formas de reatividade secundária e terciária tem um outro efeito prejudicial no que evitam as reações primárias de núcleo de cura.
O medo do medo é como jogar sal para uma ferida aberta, interrompê-lo de cura, ou jogando madeira para uma fogueira, mantendo as chamas saia. A ação de reatividade realmente faz com que o medo principal tornar-se rígida. Na psicologia de Mindfulness budista, dizemos que a ansiedade de núcleo perde sua plasticidade emocional.
Torna-se difícil como gelo, não é possível alterar, incapaz de resolver-se, incapaz de curar. A principal razão para esse efeito inibitório é que preocupar-se sobre nossos ataques de pânico tem o efeito de distrair a nossa consciência longe as emoções de núcleo e nós se tornam dissociadas das-los.
Uma das idéias mais fundamentais da psicologia é que a atenção plena ou mindfulness é essencial para perceber qualquer emoção no momento que ela está surgindo no sub-consciente e curar a si mesmo.
Sem essa consciência direta, sofrimento nunca pode curar e permanecerá congelado no lugar e permanecerá lá indefinidamente até que nós somos capazes de trazer a consciência para a emoção.
O provérbio comum entre terapeutas baseados em plena consciência é, "reatividade inibe a cura; mindfulness promove a cura", e este é certamente o caso para pânico e ansiedade.
Então, como podemos mudar os padrões de pensamento reativo que mantém todo o processo bloqueado no local? Terapia mindfulness oferece um número de idéias práticas e soluções, mas uma das abordagens mais eficazes é mudar a forma como respondemos aos nossos medos e ansiedades.
Quando estamos no aperto de ansiedade, nós não responder às nossas emoções negativas reagimos a eles com alguma forma de resistência, aversão ou evasão. Isto, naturalmente, simplesmente torna as coisas muito piores pelas razões descritas acima.
A arte de responder, em vez de reagir, é aprender a reconhecer a emoção que este ocorra e, em seguida, responder a ele propositadamente, em nossos termos, ao invés de se tornar uma vítima infeliz, que é o que acontece quando nos tornamos reativos.
Quando eu trabalho com sofredores de pânico, eu incentivá-los a cumprimentar ativamente a emoção que este ocorra, com:
"Bem-vindo. Vejo você. Por favor, tome seu lugar e vou levar minha, e nós vai se sentar juntos por um tempo."
Isso pode parecer estranho, já que normalmente não sentimos a acolher para nossa ansiedade e medo e todos aqueles sentimentos negativos e pensamentos, mas o efeito pode ser muito dramático quando entramos realmente a sensação de acolher as emoções em vez de resistir-lhes, ignorando-os ou fugir.
Para começar, você vai começar a recuperar o seu poder e posição quando você realmente boas-vindas a emoção. Você se torna o host em vez da vítima assustado.
Com prática, auxiliado com alguns visualização interna e interativa de imagens, a maioria dos encontrar pessoas que realmente podem desenvolver esta arte de "ser o hospede" e são ficar espantado com a transformação que resulta. A intensidade do medo começa a afrouxar quando eles desenvolver e cultivam esta relação interna com suas emoções.
Na Terapia de Atenção Plena ou Mindfulness Therapy falamos sobre como estabelecer o "terreno fértil" da relação cconsciente com as emoções. Este espaço interno de consciência não reactivo permite que as emoções recuperar a sua plasticidade.
Elas começam a derreter, assim como o gelo derrete no calor da luz solar. Mindfulness é como raios quentes do sol, e ela funde as emoções congeladas que foram abandonadas por meio de reatividade para os recantos profundos da mente.
Eventualmente, podemos começar a reação primária própria e pode aprender a sentar-se com o medo primário que alimenta todo o processo.
Com atenção sustentada, este monstro de gelo escuro e assustador não pode resistir o poder de cura da atenção plena ou mindfulness, e ao longo do tempo também se tornar plástico e começa a retomar seu processo natural de cura e resolução.
Nós sabemos por experiência como reatividade inibe a este processo de cura interior natural e para nós mesmos, vemos como mindfulness é o oposto de reatividade. É lógico que mindfulness promove a cura. Portanto, cultive a atenço plena ou mindfulness e ver que as alterações se desdobrar.
O transtorno do pânico afeta entre 3 e 6 milhões de americanos e é duas vezes mais comum em mulheres. Todos nós experimentamos pânico em algum momento em nossas vidas, mas aqueles que sofrem de transtorno do pânico experimentam ataques de pânico diariamente, e esta forma de ansiedade pode reduzir bastante a qualidade de vida, fazendo mesmo simples atividades como compras no super- mercado sejam incontroláveis.
Em sua forma mais grave desta forma paralisante de ansiedade pode levar a agorafobia, um medo muito intenso de ir para além da zona de segurança da sua própria casa. Em tais casos graves, é aconselhável procurar ajuda médica.
Uma das características do pânico ansiedade é o medo intenso do ataque de pânico propriamente dito. Sofrem são mortalmente com medo do próximo ataque de pânico e o sentido de perder o controle e o constrangimento social que trará.
Algumas vezes sentimos medo que a ansiedade de núcleo é tão poderosa que ele vai literalmente Sugar-nos permanentemente em um estado de loucura.
Mais pânico ansiedade sofredores de reconhecem que o medo do medo é o principal problema que eles têm de lidar com a fonte principal de seu sofrimento emocional.
Panic anxiety is made up of primary reactions and beliefs that form the core of the emotion and a whole superstructure of secondary reactions, which are all the cognitive and emotional reactions of avoidance, resistance and proliferation.
The cause of the primary reactions can be due to chemical imbalance or a severe emotional trauma that produces changes in the brain that result in a very primitive “fight or flight” type reflex reaction.
Whatever the cause of the primary reaction, the mind is left with the job of trying to process this intense emotional energy, which leads to layer upon layer of secondary reactivity.
The mind begins to proliferate beliefs about what is safe and what is a threat, resulting in avoidance behaviours, which can become very complex and convoluted.
The fear of losing control proliferates into endless worrying and catastrophic thinking, which intensifies and prolongs the original anxiety. This can lead to tertiary reactivity, which are all the feelings of depression and anger directed at oneself for not being able to cope and which lead to a loss of self-esteem and self-confidence.
Além de causar tanto sofrimento, todas estas formas de reatividade secundária e terciária tem um outro efeito prejudicial no que evitam as reações primárias de núcleo de cura.
O medo do medo é como jogar sal para uma ferida aberta, interrompê-lo de cura, ou jogando madeira para uma fogueira, mantendo as chamas saia. A ação de reatividade realmente faz com que o medo principal tornar-se rígida. Na psicologia de Mindfulness budista, dizemos que a ansiedade de núcleo perde sua plasticidade emocional.
Torna-se difícil como gelo, não é possível alterar, incapaz de resolver-se, incapaz de curar. A principal razão para esse efeito inibitório é que preocupar-se sobre nossos ataques de pânico tem o efeito de distrair a nossa consciência longe as emoções de núcleo e nós se tornam dissociadas das-los.
Uma das idéias mais fundamentais da psicologia é que a atenção plena ou mindfulness é essencial para perceber qualquer emoção no momento que ela está surgindo no sub-consciente e curar a si mesmo.
Sem essa consciência direta, sofrimento nunca pode curar e permanecerá congelado no lugar e permanecerá lá indefinidamente até que nós somos capazes de trazer a consciência para a emoção.
O provérbio comum entre terapeutas baseados em plena consciência é, "reatividade inibe a cura; mindfulness promove a cura", e este é certamente o caso para pânico e ansiedade.
Então, como podemos mudar os padrões de pensamento reativo que mantém todo o processo bloqueado no local? Terapia mindfulness oferece um número de idéias práticas e soluções, mas uma das abordagens mais eficazes é mudar a forma como respondemos aos nossos medos e ansiedades.
Quando estamos no aperto de ansiedade, nós não responder às nossas emoções negativas reagimos a eles com alguma forma de resistência, aversão ou evasão. Isto, naturalmente, simplesmente torna as coisas muito piores pelas razões descritas acima.
A arte de responder, em vez de reagir, é aprender a reconhecer a emoção que este ocorra e, em seguida, responder a ele propositadamente, em nossos termos, ao invés de se tornar uma vítima infeliz, que é o que acontece quando nos tornamos reativos.
Quando eu trabalho com sofredores de pânico, eu incentivá-los a cumprimentar ativamente a emoção que este ocorra, com:
"Bem-vindo. Vejo você. Por favor, tome seu lugar e vou levar minha, e nós vai se sentar juntos por um tempo."
Isso pode parecer estranho, já que normalmente não sentimos a acolher para nossa ansiedade e medo e todos aqueles sentimentos negativos e pensamentos, mas o efeito pode ser muito dramático quando entramos realmente a sensação de acolher as emoções em vez de resistir-lhes, ignorando-os ou fugir.
Para começar, você vai começar a recuperar o seu poder e posição quando você realmente boas-vindas a emoção. Você se torna o host em vez da vítima assustado.
Com prática, auxiliado com alguns visualização interna e interativa de imagens, a maioria dos encontrar pessoas que realmente podem desenvolver esta arte de "ser o hospede" e são ficar espantado com a transformação que resulta. A intensidade do medo começa a afrouxar quando eles desenvolver e cultivam esta relação interna com suas emoções.
Na Terapia de Atenção Plena ou Mindfulness Therapy falamos sobre como estabelecer o "terreno fértil" da relação cconsciente com as emoções. Este espaço interno de consciência não reactivo permite que as emoções recuperar a sua plasticidade.
Elas começam a derreter, assim como o gelo derrete no calor da luz solar. Mindfulness é como raios quentes do sol, e ela funde as emoções congeladas que foram abandonadas por meio de reatividade para os recantos profundos da mente.
Eventualmente, podemos começar a reação primária própria e pode aprender a sentar-se com o medo primário que alimenta todo o processo.
Com atenção sustentada, este monstro de gelo escuro e assustador não pode resistir o poder de cura da atenção plena ou mindfulness, e ao longo do tempo também se tornar plástico e começa a retomar seu processo natural de cura e resolução.
Nós sabemos por experiência como reatividade inibe a este processo de cura interior natural e para nós mesmos, vemos como mindfulness é o oposto de reatividade. É lógico que mindfulness promove a cura. Portanto, cultive a atenço plena ou mindfulness e ver que as alterações se desdobrar.
Terapia de Meditação de Atenção Plena
A Terapia de Atenção Plena (TAP) ou (Mindfulnss Therapy)
Por Julio Cesar Tafforelli
A desordem de ansiedade generalizada é uma condição muito comum que afeta muitos de nós em algum momento em nossas vidas. A qualquer momento, estima-se que mais de 10 milhões de pessoas nos EUA sofrem de algum tipo de DAG. Muitos estão buscando ativamente tratamento através de medicação ou alguma forma de psicoterapia, quer online ou no consultorio.
O que você pode fazer para ajudar a gerenciar sua ansiedade?
Através do meu trabalho com clientes, tanto no consultotio quanto online eu encontrai que a Terapia de Atenção Plena baseada em Mindfulness. Consequi ser mais direto e eficaz para ajudar as pessoas a mudar os padrões subjacentes da reactividade emocional e cognitivo que sustentam o sofrimento emocional de ansiedade e depressão.
Voudescrever alguns dos destaques desta abordagem que você pode aplicar-se a trabalhar com suas ansiedades.
Reformular a emoção
Quando uma emoção surge, se ansiedade ou medo, raiva, frustração ou sentindo sobrecarregado, nossa reação habitual é tornar-se identificado com nossos pensamentos e emoções.
Nós literalmente tornar-se a emoção quando dizemos, "Estou com raiva", "eu estou triste," "eu tenho medo." Este problema de identificação faz com que nossa identidade, o "eu", para recolher o estado contratados da emoção, pensada, memória traumática ou outros objetos mentais que surgem.
Isto leva ao sofrimento e esse processo de identificação simplesmente alimenta e fortalece a reação emocional.
Nós pode parar o processo por simplesmente reformular a experiência, "Eu sou" para "Eu observo o sentimento de …dentro de mim."
Em um sentido muito real, podemos manter o "eu" separado do conteúdo de mente e impedir que ele contratante para a emoção.
Agora a emoção ou memória ou pensamento simplesmente torna-se e objeto dentro da mente que posso observar através de cuidadosa atenção (mindfulness).
Isso tem um efeito poderoso na criação de um espaço em torno da emoção que é essencial para permitir que a emoção alterar e resolver-se. Ele também mantém você em contato com o "real" você, que não é o conteúdo de sua mente, mas a consciência que os contém. Você não é seus pensamentos.
Dando boas vindas à emoção
Isso é uma coisa estranha perguntar! Livrar-se dele, evitá-lo, resistir sim…porém bem-vindo ?
Tem sido mostrado repetidamente que a resistência e confronto são ferramentas ineficazes para a cura interior sofrimento emocional. Aceitação e não-violência são muito mais propensos a ajudar.
Por que? Porque é só por olhar que podemos sempre esperar para aprender e ver o que precisa ser mudado e reatividade sempre inibe a este processo.
O que nós realmente estão praticando é compaixão: compaixão com as partes de nossa mente que estão sofrendo e na dor. Compaixão é que estas emoções precisam de mais do que qualquer coisa e mais do que nossas tentativas ineficazes para controlá-los ou "corrigir".
Um provérbio comum na psicologia budista é que o maior presente que podemos dar para outra pessoa é nossa bondade e amizade.
Nós compreendemos isto bastante bem na nossa relação com as pessoas, ainda fazer nós estendemos a mesma amizade ao nosso sofrimento emocional?
No. Em vez disso, fazemos tudo para se livrar dele ou empurrá-lo longue. Você pode imaginar o caos que criariam se fizemo-lo com os nossos filhos indisciplinados?
O sofrimento emocional é muito parecido com uma criança interior que está com dor. Nossa criança interior precisa nossa atenção e bondade da mesma forma que uma criança real precisa nosso amor quando na dor.
Temos de aprender a sorrir no nosso sofrimento emocional, não combatê-lo e criar mais sofrimento. É difícil, mas assim é combater a dor. Uma dessas opções tem uma chance de produzir a cura.
Sentar-se com a emoção.
Assim como com os hóspedes à medida que eles chegam na porta, não é suficiente para apenas recebê-los e, em seguida, ignorá-los, preferindo a se envolver em alguma outra atividade mais agradável. Após um aperto de mão, convidamo-los a sentar-se e, em seguida, vamos sentar com eles e dar-lhes toda a nossa atenção.
Na prática, meditativa de desenvovimento da Atenção Plena , praticamos "sentado com a emoção" da mesma forma, dando toda a atenção aos sentimentos por trás a emoção. Nós cultivamos um relacionamento com nossas emoções internas em que ouvimos com uma mente aberta e com curiosidade e interesse.
Mas claro, vemos muito perto a tendência da emoção para arrastar-nos.
Tornando-se a emoção, tornando-se reativos e identificação com a emoção não é útil. Imagine ser com um amigo em necessidade. Ele ou ela precisa de você para estar presente para eles e aqui sua dor, não para se tornar igualmente chateado e reativa.
Para ajudar, deve haver espaço e quietude assim que podemos ver a estrutura mais sutil de nossas emoções e só então nós pode começar a ver como nós podemos ajudar a resolver a situação.
Este é um exercício de paciência e quietude, mas você vai se surpreender com o poderoso efeito que isso pode ter. O poder de ouvir é muito desvalorizado na sociedade contemporânea, mas como qualquer coisa pode mudar se não ouvirmos desta forma, com plena consciência?
Pergunte a emoção, "Como posso ajudá-la?"
Juntamente com plena consciência, trazemos uma intencionalidade para curar. Isso é chamado compaixão ou metta em psicologia budista. Quando nós aproxirmos o desejo de ajudar com a escuta aberta de Atençaõ Plena (mindfulness) então a emoção vai começar a expressar as suas necessidades.
Mas, como já disse, esta voz é fraca e tímido e assim devemos ouvir muito atentamente. O que o dano pode ser necessário é nada mais do que para saber que alguém cuida - que você se importa e que você está disposto a ficar com a dor interna e não abandoná-la.
A maioria de nosso sofrimento sofreu uma vida inteira de abandono; agora é o momento de fazer algo muito diferente. Ansiedade, medo, trauma, raiva; todos eles respondem a compaixão, aos cuidados de verdadeiro e amor e eles irão curar em proporção direta para o metta que trazem para eles.
Revisite suas emoções muitas vezes
Tal como acontece com uma pessoa, uma visita não é suficiente para estabelecer uma amizade e uma relação de trabalho. Você deve optar por voltar à emoção muitas vezes - não para tornar-se oprimido ou identificado, não para tornar-se perdido em pensar sobre a emoção e preocupante, mas para voltar à emoção e sentar-se com ele mais uma vez - como um amigo.
Cada vez que você tocar a emoção com plena consciência e compaixão, amaciar e se tornará maleável e começam a mudar. Você está criando as condições ideais em que pode curar o sofrimento, e ele irá curar por si só se podem alterar, assim como ignorância e reatividade impedirá que mudar.
ACONSELHAMENTO ON-LINE
Aconselhamento on-line e terapia baseada no Skype são convenientes, acessíveis e ter sido provado eficaz em vários estudos. Em ele Reino Unido e Austrália Counseling on-line é recomendado pelas autoridades nacionais de saúde como um recurso valioso que deve ser disponibilizado mais amplamente como parte de uma campanha preventiva para gerenciar condições mentais como depressão.
Terapia online parece ser particularmente útil para ajudar pessoas que sofrem de transtorno do pânico e ansiedade Social, como demonstrado em um estudo publicado na Scandinavian j. da terapia comportamental (2003) chamado, "tratamento baseado na Internet para o transtorno do pânico". Outros estudos mostram a eficácia para depressão e gestão do stress.
a terapia da Atenção Plena (TAP) Ou Mindfulness Therapy, desenvolvido pelo Dr Peter Strong na década de 1980 e descrito em seu livro, "O Caminho da meditação Mindfulness' (Amazonas) é uma das abordagens mais promissoras para ajudar as pessoas a aprender como fazer alterações no nível do núcleo de emoções complexas tais como depressão e ansiedade.
A Terapia de Atenção Plena ou Mindfulness Therapy ajuda a neutralizar o pensamento negativo de conversa e reativo que perpetua o sofrimento emocional associado com depressão e ansiedade.
Acima de tudo, Mindfulness terapia produz um espaço de cura interior, referido como o espaço terapêutico de consciência consciente que permita que as emoções desdobrar, descontraia-se e tornar-se maleável novamente. Mindfulness permite emocional de sofrimento para alterar, transformar e resolve.
A abordagem Mindfulness online counseling Skype sessões de chamada de vídeo composto por uma mistura de ensino e direcionar experiencial trabalha no qual os clientes são ensinados como trabalhar com sua ansiedade ou outras emoções usando mindfulness como uma ferramenta de conscientização.
Mindfulness é uma forma muito especial de consciência que tem ambas as qualidades passivas de aceitação, a abertura e a verdadeira amizade para com o nosso sofrimento emocional.
Esta face compassivo de mindfulness é mais essencial para criar o espaço terapêutico em que transformação e cura podem ocorrer efetivamente. Um grande professor expressa-lo, nós aprendemos a sorrir no nosso sofrimento - com bondade, paciência e ternura genuína.
O sofrimento cura na radiância dessa qualidade de amor. Tente e veja por si mesmo. Nossa reação usual é resistir nosso sofrimento e executar na direção oposta. Mas tão rápido como você tentar executar, o sofrimento segue perto por - como a roda de um carrinho segue o casco do Boi - para usar uma analogia favorita do Buda. Mindfulness é a ação de girando para nosso sofrimento, não longe.
Quando escolhemos estar totalmente presentes, sem reagir, então tudo começa a mudar e cura torna-se uma possibilidade real. Não é fácil, mas é um caminho certo. Na psicologia ocidental chamamos esta terapia de exposição; Mindfulness leva este conceito e refina-la em grande detalhe para que a exposição é não reativa e promove a cicatrização maior.
Mindfulness também inclui os componentes ativos de vigilância, investigação e benevolência.
Vigilância descreve o rosto mais familiar de mindfulness em que treinamos-na reconhecer reações emocionais que possam surgir ao longo do dia. Reações emocionais dependem de nossa ignorância. Isso é quando eles têm mais poder, quando invisível. Acender as luzes e eles imediatamente perderem seu poder. Manter as luzes acesas e eles vão gradualmente derreter.
Esta é uma das características mais marcantes do mindfulness: direcionar a percepção consciente traz sobre a cura por si só. Ele é semelhante a acender um refletor de luz em um bloco de gelo, as emoções congelados: O calor da luz será gradualmente derreter o gelo e liberar a energia de sentimento presos.
Todos nós temos que fazer é ficar consciente e consciente e não se tornar distraído pensando ou reagir a emoção está sendo observada. Nós apenas temos que permanecer presente e centrado sobre a emoção e vai mudar por si só.
Na verdade, o problema não é na emoção, tanto quanto em nossas reacções à emoção, que inibem essa consciência cura direta. Isto é chamado a presença de cura de mindfulness, um fenômeno verdadeiramente notável que só agora estamos começando a entender. Naturalmente, o Buda descreveu detalhadamente há mais de 2600 anos!
During meditation-based therapy sessions we watch the emotions very closely, as if under a microscope, studying the process of their arising in great detail. It is this tremendous attention to detail that is one of the hallmarks of mindfulness and one of the reasons why it is so effective for transforming difficult emotions.
As the saying goes, the devil is in the details…Actually the ‘devil’ is in our unawareness of the details - in not seeing the deeper structure of our emotions. We tend to remain stuck and identified with the superficial representation of emotion as thought.
What we need to do is move beneath the thoughts to reveal the sensory structure of the emotion. This is the active aspect of mindfulness called Investigation.
The inner structure of our emotions is quite different to the word-labels that we usually use when talking about our emotions, and in most cases this inner language of the emotions is not words at all, but imagery.
We think, “I am angry,” but the process that creates this emotion is based on a movement of vivid colors such as red or orange and it is the specific color that generates the emotion of anger inside. The color red is part of the structure of the emotion.
If you look closely at any emotion you will almost always find a hidden and deeper structure with specific colors and shapes. This is significant because you can experiment with changing the color or even bringing another color in as a resource.The color blue may neutralize the color red.
Any change in the inner structure of the imagery can produce very profound changes in the emotion. Discovering this inner world of imagery within an emotion is a fundamental part of mindfulness therapy.
Mindfulness is always a movement from the superficial surface layers of thought to the underlying sensory structure of thought and it is in the awareness of this detail that change becomes possible.
But to discover this often unseen structure of our emotions we must build a relationship with the emotion in which we are free to investigate with sustained mindfulness. The more we uncover, the more material we will have for producing change.
Next time ‘a black cloud of depression’ descends on you, or ‘you are green with jealousy or red with anger’ take a closer look at the colors beneath the emotion. Work with those colors and see how it changes the intensity of the emotions.
O aspecto benevolente mindfulness é o desejo de trazer a mudança benéfica e cura da emoção dolorosa. Vamos explorar com grande sensibilidade que alterações a nível sensorial, tais como alterações na cor, pode ser sentida para trazer sobre a cura.
Em seguida, desenvolvemos as alterações de teses e ampliá-los até que haja uma resolução completa da emoção por prestando bastante atenção a quaisquer mudanças sutis no nível do sentimento. É tudo sobre prestando bastante atenção ao detalhe, e isso é precisamente o que cultivamos na Terapia de Atenção Plena Ou Mindfulness Therapy.
Aceitação-abertura-simpatia: Vigilância-investigação-benevolência
Isso é terapia de atenção plena aplicada ao reparo de ansiedade, depressão e estresse. Todo este trabalho experiencial sutil pode ser feito muito bem através de sessões de chamada de vídeo baseado no Skype.
Por que? Porque a terapia de atenção plena (mindfulness Therapy) é sobre o que fazer internamente, não o que o terapeuta faz para você. Seu trabalho é facilitar o seu próprio processo interior de detecção e cura através da aplicação de plena consciência. Isso é o que ensinamos no centro de Boulder para Mindfulness terapia.
Terapia de Atenção Plena Online (Mindfulness Therapy) e aconselhamento para a depressão
A depressão é uma condição comum que afeta a maioria de nós em algum momento em nossa vida. Para a maioria de nós, esses episódios depressivos passam como uma tempestade, mas eventualmente resolvem-se e podemos voltar ao nosso estado normal de equilíbrio.
Para alguns, os padrões de reações de ansiedade não levante tão facilmente e os mesmos pensamentos negativos repita mais e mais como um jogador de recorde quebrado.
Esta revivendo e ultrapassagem dor e agitação emocional é uma importante fonte de stress e deixa-nos sentir exausto e incapaz de lidar. Podemos tornar-se apáticos e sentir nossa energia de vida afastado de drenagem.
A depressão e outros distúrbios de ansiedade têm uma estrutura interna sob a forma de habitual reações cognitivas que tornar-se cegamente atribuímos através do processo de identificação.
O negativo pensei que surge e, em seguida, podemos tornar-se o pensamento. Surge uma preocupação-pensamento e estamos a tornar-se preocupado. Raiva surge e estamos a tornar-se irritado. O medo surge e vamos ficar com medo.
Este processo de se tornar acontece bastante automaticamente e é sustentado pelo fato de que temos conhecimento do processo reativo de cada vez.
O pensamento surge e literalmente agarra espera de nós e puxa-nos em um estado de consciência contra nossa vontade ou escolha predeterminado. As reações habituais prosperam em nossa ignorância deles e continuarão indefinidamente enquanto continuamos sem saber.
Portanto, claramente o primeiro passo em superar a depressão requer que podemos reverter este processo e treinar-na tomar consciência de nossas reações emocionais negativas.
Como diz o ditado, "nenhuma consciência, nenhuma escolha; consciência parcial, escolha parcial. completa consciência, completar escolha". Em psicoterapia mindfulness isso é chamado o despertar para nosso reatividade.
Podemos pensar que estamos conscientes dos nossos pensamentos e emoções e isso é verdade até a um ponto, mas o problema é que raramente temos consciência de nossas reacções no momento em que elas surjam, somente depois do fato quando nós são consumidos, tornando-se a reação.
Nossa consciência não é imediato e direto, mas atrasada, e o fator de atraso é ignorância. Mindfulness é, sobretudo, um esforço deliberado para mudar isso e despertar para nossas reações assim que elas surgem.
Na verdade, nós aprendemos a reconhecer o impulso de reagir que precede a forma de pensamento próprio. Cada momento em que nos tornamos conscientes do nosso impulso reagir cria um espaço, um breve intervalo em que há liberdade e escolha.
Às vezes isso é que o suficiente para interromper o processo reativo completamente e estamos aptos a escolher para pensar ou agir de forma diferente.
Outras vezes, o impulso é tão forte que somos tentados volta a se tornar a reação novamente.
No entanto, cada momento de plena consciência reforça e cultiva este estado interior de liberdade, e com esforço consciente e repetição, o espaço de liberdade interior vai crescer.
O que estamos aprenderndo a fazer é abster-se de alimentar, ou seja, a besta, a estrutura interna de reatividade habitual. Se você parar de alimentar uma reação por tornar-se identificado por ele, em seguida, começará a perder energia para se sustentar. Ele também perde seu poder sobre você.
Agora que você ganhou alguma liberdade de sua reatividade, você pode fazer algo notável e ativamente transformar sua atenção para o sofrimento, no sentido do sentimento energia que alimenta o impulso para reagir. Esta é a segunda parte da prática mindfulness e uma parte muito importante do método de Terapia de Atenção Plena ou Mindfulness Therapy .
Fazemos literalmente a emoção, propriamente dito, o foco da nossa meditação, razão pela qual nós usamos o termo terapia de meditação Mindfulness.
Quando estamos no modo reativo inconsciente da consciência, mas nada voltamos para nossa dor. Devemos reagir mais para a ansiedade, medo ou depressão com reações secundárias de evasão, resistência e aversão.
Buscamos distrações positivase tentamos afogar nossas tristezas na bebida, obsessiva estimulação sensorial ou trabalho. Podemos tornar-se agressivo e projeto nosso interior sofrimento sobre os outros e até mesmo para aqueles que amamos.
Mas, com plena consciência, somos capazes de evitar as reações secundárias de aversão, querendo e distração e se voltar para o processo simple de estar presente com nossa dor.
Você pode pensar que você está presente para ele, mas se você olhar mais de perto você provavelmente verá que você não está realmente presente, mas reativas. Mesmo o ato de pensar sobre por que você está chateado ou preocupado não é o mesmo que ser totalmente presentes para o sentimento.
A Atenção Plena ou Mindfulness é a arte de ser acordado para todos os movimentos sutis da mente que tenta levá-lo longe de estar presente.
Assim, através da prática de mindfulness, aprendemos a ser cada vez mais presente com a nossa experiência, incluindo nossa experiência direta do sofrimento. Isso tem um efeito notável sobre a configuração de energia emocional anexada ao pensamento negativo ou crença.
A energia de sensação começa a recuperar a mobilidade e a maleabilidade e no espaço livre interno de consciência atenta, a emoção começa a mudar.
Podemos criar, o que eu chamo um espaço terapêutico em torno a emoção, e neste espaço a emoção responde positivamente por mutação terapêutico.
Uma emoção é uma configuração instável de energia, e o psych sempre procurará resolver a instabilidade, enquanto ele tem a liberdade de alterar. A Atenção plena ou Mindfulness cria esta liberdade interior e por isso mindfulness é tão terapêutica.
Como se diz, "reatividade sustenta sofrimento; mindfulness resolve sofrimento". Não temos que tentar alterar o sofrimento. muda-se – desde que devemos ficar atentos.
Terapia de Atenção Plena para a ansiedade ou Mindfulnes Therapy on-line
Aconselhamento e psicoterapia online de Internet está se tornando mais popular do que nunca na vida agitada de hoje. Como psicoterapeuta profissional, tenho notado um aumento dramático do número de clientes que preferem realizar suas sessões de terapia no conforto de suas próprias casas.
Todos dizem que eles acham sessões on-line usando o Skype ou outros formatos videocam para ser menos intimidar e estranhamente, mais relaxado e mais pessoal.
Isso é importante terapeuticamente porque isso relaxou o espaço ajuda clientes entrar em contato com seus sentimentos e explorá-las a um nível sutil, que, naturalmente, é muito delicado processo que requer enorme sensibilidade, quietude e presença.
Às vezes a presença física do terapeuta pode interromper esse processo e isso pode se tornar uma distração para o cliente.
Há também uma sensação de auto-capacitação associada ao formato on-line e o cliente tende a sentir-se mais no controle do processo e é menos dispostos a assumir o papel da pessoa indefesa, quebrado que precisam ser corrigidos por uma figura de autoridade.
Mindfulness terapia, uma forma de terapia cognitiva que incide sobre os sentimentos por trás de pensamentos e crenças parece ser particularmente bem adaptada para o formato on-line, em parte porque os clientes gastam muito tempo com seus olhos fechados, como eles exploram a estrutura interior sutil de sua ansiedade ou depressão, raiva ou memórias traumáticas.
Funsamentos da Terapia de Atenção Plena ou mindfulness Therapy .
A terapia de atenção Plena ou Mindfulness therapy é uma abordagem muito focada e é bastante diferente da tradicionais terapias fala, porque o foco é sobre o processo e a estrutura interna sensorial de ansiedade e outros estados emocionais negativos
Estados de desequilíbrio emocional, e não sobre o conteúdo de pensamentos ou a história pessoal. O que é de interesse principal é a energia emocional sentimento que permeia pensamentos negativos e crenças, porque é esta força compulsiva que dá significado e poder ao pensamento disfuncional.
Sem essa carga emocional, memórias, crenças e pensamentos negativos tendem a perder seu poder e se dissipar. Dizemos que eles perdem seu poder operacional e tempo de residência, o que significa que eles têm efeito menos compulsivo, menos capacidade de dominar nossas mentes, e nós tendem a gastar menos tempo se proliferando e ruminando pensamento disfuncional.
Todos Mindfulness terapia começa com aprendizagem e praticando a arte de auto-reflexão durante o dia, aprendendo a reconhecer nossa habitual reatividade cognitiva e reatividade emocional.
Temos de começar a despertar para o que está acontecendo em vez de ser levados junto por hábito; podemos começar a tornar-se "consciente" e "acordado" em vez de operar em auto-piolot.
Depois de identificar nossos hábitos – para tornar-se chateado, irritado ou frustrado em determinadas situações ou ansioso e temerosos em outros – então refinar o processo e ensinar-na ser capaz de capturar cada pensamento reativo específico e emoção que surge em tempo real.
Mindfulness terapia, em geral, sempre move do abstrato para o específico, porque é mais fácil trabalhar em mudar pensamentos do que ao alterar gerais Estados emocionais e reações específicas.
Procure por esses pensamentos específicos que surgem e pegá-los logo no início, antes que eles tenham tempo para proliferar. A preocupação é um exemplo clássico de proliferativa pensar que pode virar uma reação de ansiedade pequeno em um pesadelo. S
e você pode pegar a reação de ansiedade desde o início, você pode evitar muitas vezes o sofrimento adicional associado a preocupação.
Tornando-se realmente hábil neste processo é o início da terapia Mindfulness e forma muitas pessoas isto pode fazer toda a diferença e levar a mudanças profundas.
É uma verdade clássica que falta de consciência é nosso maior inimigo e nos faz mais dano e leva ao sofrimento considerável. Isso foi reconhecido pelo Buda, 2600 anos atrás, que nos ensinou a virtude nobre de despertar para nosso sofrimento, chamado dukkha, em vez de cegamente aceitá-lo e proliferando dukkha de ignorância, ou ignorância.
1-Esta primeira parte da terapia de Atenção plena ou Mindfulness Therapy é o que eu chamo a fase de reconhecimento – aprender a reconhecer e despertar a nossa reatividade – e assumir a responsabilidade por nosso próprio sofrimento, ao invés de culpá-la de outras pessoas e sobre as condições externas.
A ansiedade como uma condição crónica raramente é devido a causas externas. O que fazemos em nossas mentes é agora a maior fonte de sofrimento. Como existe uma realidade objetiva, sim, mas o sofrimento é muito mais um processo subjetivo de pensar condicionado que inadvertidamente adicionamos à dor da dor.
2-A segunda fase do TAP tem a ver com como nos relacionamos com nossa ansiedade, nosso interior dukkha ou sofrimento. Esta é a fase mais importante e é onde a profunda transformação e cura toma lugar.
Em última análise, aprender a reconhecer nossa reatividade não é suficiente para transformá-lo, mas ele parar o processo de proliferação, muitas vezes descrita como "a besta de alimentação". Se você não alimente sua ansiedade, em seguida, ele se tornará mais fracos e menos poderosos.
Na fase de relacionamento, podemos fazer uma escolha fundamental e revolucionária que pode desativar completamente a situação ao redor, e que é que nós escolhemos virar para o sofrimento. Treinamos-nos para acolhê-lo, para tornar um espaço para a nossa dor interna, para cumprimentá-lo como seria um amigo; um professor.
Isto, naturalmente, é o oposto da nossa resposta habitual para reagir a uma segunda vez para a ansiedade percebida com resistência, a aversão e a evasão ou a fantasiar sobre como melhor seria, "se somente …"
Ele não pode ser Teller como isso é importante. O Buda ensinou muito sobre a importância da compaixão-bem, aqui é – compaixão real em que você permitir que sua dor de existir, unthreatened e em segurança, molestada pelo ego controlar. Esta é a resposta de carinho, de bondade, compaixão verdadeira que é simplesmente chamado amor.
Quando você trazer essa qualidade de presença ao sofrimento é como o sol brilhando em um bloco de gelo-o gelo derrete e retorna a um estado de fluidez. Esta fluidez e maleabilidade é necessária para a cura e a resolução de ansiedade e sofrimento.
Reatividade sempre tem uma dureza e qualidade inflexível a ele, e quando nós estão bloqueados em padrões de reativo pensando e sentindo nada pode mudar.
Mindfulness restaura o espaço interno de criativo e intuitivo de pura consciência em que sua inteligência intuitiva interna pode flor e orientar o processo de cura é natural.
Formações emocionais apertadas, contratadas desprender-se e desdobram, revelando a estrutura interna mais detalhada o nível sensorial. Como podemos ver mais este detalhe sutil experiencial, muitas vezes sob a forma de imagens, sensações do corpo e sentimentos sutis, cura e transformação aceleram.
Muitas vezes nós pode intuir o que precisa acontecer a seguir e experimentar fazer pequenas mudanças a nível sensorial e verificar como essas alterações afetam a emoção.
Quando a fase de relacionamento da percepção consciente é bem cultivada, transformação começa a sério. Quando entramos o mundo experiencial rico de imagens interna e os sentimentos sutis que acompanham estas imagens inata, os caminhos para resolução começam a apresentar-se muito naturalmente e podemos começar a explorar os detalhes do que leva à resolução da emoção.
3-Esta é a fase de resolução da Terapia de Atenção Plena Mindfulness Therapy.
Em um caso, uma mulher focada mindfulness em um complexo emocional persistente de culpa-ansiedade que colorido cada parte de sua vida e relacionamentos com seu marido e filhos.
No estado de presença consciente aberto e aceitando, ela percebeu que a culpa era na cor preta e tinha uma disco rígida triangular metálica.
Estas imagens ressoou muito fortemente com a qualidade de sentimento emocional de sua culpa e ela tornou-se muito absortos no experimentando este imaginário experiencial.
Quando ela perguntou a ele que ele precisava, ele respondeu que precisava de luz. Ela experimentar um pouco e brilhava uma luz sobre o objeto. Em seguida, ela percebeu que o que realmente precisava mais do que a luz era calor, e ela tentou outro experimento em que ela tentou quebra o objeto preto duro em um cobertor. Que era melhor, mas não é o bastante. Após várias experiências mais, ela encontrou que mentir ao lado do objeto e dando-lhe o seu calor corporal funcionavam melhor. Como ela imaginava fazer que ela podia sentir o elevador de culpa, o estado contraído amolecida e as imagens também mudado. O objeto negro tornou-se luminosos e parecia flutuar fora de seu corpo.
Este processo em que nosso imaginário experiencial criativo interior é permitido para desdobrar naturalmente e sem a interferência da mente pensar é muito poderoso e cria novas maneiras de nos relacionarmos com a realidade objetiva dos eventos de vida, memórias e traumas que estão associados com "preso" reações emocionais como culpa, raiva, ansiedade e depressão. É um mundo rico dentro quando fazemos a escolha à procura-olhando com atenção.
Mindfulness Therapy ou Terapia de Atenção Plena e aconselhamento através do Skype
TAP e aconselhamento através de Internet
A TAP está se tornando mais popular do que nunca para pessoas ocupadas.
Como um profissional terapeuta online, tenho notado um aumento dramático do número de clientes que preferem ter sessões de terapia no conforto de suas casas, em vez de dirigir ao escritório do terapeuta.
Todos dizem que eles acham sessões on-line usando o Skype ou Messenger ou outros formatos videocam para ser menos intimidação de sessões presenciais e que sentem-se geralmente mais relaxado e responsável pelo processo de.
Isso é bom, porque qualquer forma de terapia, ensino ou treinamento destina-se a dar-lhe as ferramentas que você precisa gerenciar melhor o sofrimento emocional para que você possa viver uma vida mais feliz.
É surpreendente como sessões de terapia eficazes Skype são. Embora o cliente e o terapeuta podem ser milhares de milhas distante, ela se sente como se estivesse na mesma sala. Este formato está se tornando muito popular para pessoas em áreas remotas ou pessoas que não conseguem sair de casa por uma razão ou outra.
É uma tábua de salvação para aqueles com agorafobia, que estão tentando aprender a lidar com a se aventurar fora. Na Austrália, por exemplo, terapia de internet é muito comum, porque muitas pessoas vivem em comunidades isoladas onde há poucos, eventualmente, conselheiros. Curiosamente, muitos dos meus clientes vivem no Brasil.
Nesses casos, há uma abundância de terapeutas disponíveis, mas a concorrência é tão alta que não podem pagar suas taxas.
Eu compilei uma lista de verificação e guia para ajudá-lo se você está considerando a terapia Online usando o Skype. Como sempre, se houver qualquer tipo de emergência médica, você deve contatar seu médico primeiro. A terapia online não é um substituto para o tratamento médico de transtornos mentais.
LISTA DE VERIFICAÇÃO
Certificar-se de que o terapeuta online oferece consulta de e-mail gratuito para que você pode fazer perguntas sobre o processo. Você deve ser dada a oportunidade de descrever os problemas emocionais que você está lutando com e sentir-se satisfeito com a resposta do terapeuta potencial. Isso permitirá que você ter uma idéia de sua abordagem e se ele entra em ressonância com o que você sente que você precisa.
Ler livros ou artigos escritos pela terapeuta. Esta é uma boa maneira de determinar a credibilidade e a abordagem terapêutica do terapeuta. Ter uma lista de credenciais é uma coisa, mas não necessariamente significa que sua abordagem será apropriada para você, pessoalmente. Você deve ter uma noção de sentimento bom sobre o terapeuta online potencial antes de iniciar. Naturalmente, o mesmo se aplica para a seleção de uma terapeuta tradicional.
Eu acho que é um bom sinal se o terapeuta Solicitar pagamento depois de uma sessão, e não antes. Dessa forma, você paga somente se você estiver satisfeito com a sessão e sente que você ganhou alguma coisa.
Certifique-se de que o pagamento on-line é feito através de um site seguro, como o PayPal. Isso pode ser configurado facilmente. Basta ir ao paypal.com.
Abordagem terapêutica on-line como um meio de ensino do que você espera obter determinadas ferramentas e informações para ajudá-lo a melhor gerenciar seus problemas emocionais. Você deve sentir que você acabar com algo de valor de cada sessão.
O PROCESSO
Você pode baixar o software que permite fazer chamadas com vídeo Skype da www.skype.com. É fácil de configurar e o mais importante é o serviço do Skype é gratuito. A maioria dos laptops têm um construído em videocam e mic, que torna muito fácil.
Se seu computador não tem isso, você pode comprar um videocam muito barato que conecta através da porta USB. Seu potencial terapeuta on-line deve ser capaz de ajudá-lo com a instalação.
Sessões de terapia Online do Skype podem ser conduzidas de em qualquer lugar do mundo. Tudo que você precisa é o acesso à internet. Este é um recurso maravilhoso, porque permite que você fale com qualidade profissionais e professores que podem não estar disponíveis em sua região ou país.
Por exemplo, alguém da Alemanha ou Austrália pode ter uma sessão com uma terapeuta de qualidade da Califórnia ou de Boulder, Colorado - a "cama quente" de progressivas escolas de psicoterapia, terapeutas alternativas e professores espirituais.
O mundo tem se tornar muito mais ligado através desta tecnologia maravilhosa e as possibilidades são ilimitadas para promover o bem-estar e felicidade.
Terapia de Atenção plena ou Mindfulness Therapy online através do Skype para agorafobia
Agorafobia e ansiedade Social são caracterizados por reações emocionais intensas e ataques de pânico relacionados a mudar de local físico.
Terapia Mindfulness online usando Skype é uma excitante nova abordagem para ajudar as pessoas presas por esta forma debilitante de ansiedade. Terapia online do Skype permite que as pessoas a trabalhar em sua ansiedade no conforto de suas casas e desenvolver gradualmente as ferramentas que permitirão que eles aventure-se e tornar-se mais confiantes em si mesmos, para que eles possam participar e obter mais gozo da vida.
Em meus clientes on-line, uma mulher em seu 30s atrasado raramente movido fora da zona de segurança de sua casa, porque ela estava convencida de que algo terrível iria acontecer e lá seria ninguém para ajudá-la.
Essa sensação de isolamento intenso e o medo de ficar sozinho são um lado irônico para um distúrbio comportamental que produz apenas isso - isolamento e solidão. Muitos sofrem de ansiedade social tem auto-confiança muito baixa e até mesmo diminuir a auto-estima.
Eles estão presos por crenças negativas sobre si mesmos em que eles são incapazes de lidar com a mudança. Não só mudança de localização, mas mudança de rotina ou qualquer coisa, que pode ser descrito como o ritmo familiar para suas vidas.
Em termos de reatividade emocional, aqueles com transtornos de ansiedade social experiência que melhor pode ser descrito como uma contração interna de energia emocional.
Os contratos de ansiedade e concentrados em um ponto focal apertado, geralmente centrada em um pensamento ou uma crença. Este curso é a condução energia emocional que pode levar a um ataque de pânico, que pode ser descrito como uma explosão de ansiedade, levando a um comportamento muito irregular. Isso é o que muitos doentes têm mais medo de - esse comportamento de fuga e incontrolável.
Ao longo dos anos, vêm estudando esse processo de contração e encontrei esse mindfulness ser extremamente eficaz como um antídoto.
Mindfulness, pela sua própria natureza é uma expansão da consciência e tão admiravelmente neutraliza a contração de consciência associados reactividade emocional. Há muitas maneiras que mindfulness pode ajudar com transtornos de ansiedade.
A habilidade de primeira e mais básica é simplesmente aprender a despertar para o pensamento reativo interno que este ocorra. Esse processo simple de reconhecimento pode e fazer toda a diferença.
No livro, O caminho da meditação Mindfulness, está descrito isto como um dos 3 R de prática mindfulness: reconhecimento, relacionamento, resolução.
Se uma pessoa pode aprender a reconhecer suas habitual reativos pensamentos que possam surgir, em seguida, um momento de escolha abre. Se ele permanece cego, nada pode mudar.
Quando a senhora acima mencionada levou em formação mindfulness comigo, ela logo aprendeu a pegar esses pensamentos reativos. Na verdade, depois de algum tempo, tornou-se um jogo para ela e pela primeira vez em muito tempo ela sentiu que ela tinha algum controle.
Este é um dos benefícios imediatos de terapia de Atenção plena ou mindfulness therapy- os clientes mudam rapidamente de ser a vítima a ser habilitadaos. Para um agoraphobico, isso é uma revolução.
Em vez disso se sendo dominada por pensamentos negativos, ela começou a vê-los como nada mais do que "objetos", e na verdade ela imaginou-los como seixos em uma praia.
Ela poderia vê-los tão discretos entidades e poderia simplesmente andar em torno deles, buscá-las e olhá-los, mas ela já não foi obrigada a tornar-se -lhes.
Ela começou a encontrar seu verdadeiro eu mais uma vez - um Self que não foi definido por pensamentos hard rock, mas foi essa criança curiosa que poderia olhar para estas "coisas" e não ter medo.
Este é o início da fase de resolução do mindfulness - um comunicado de que contraiu energia, uma flor de sua verdadeira essência como o "saber" do conteúdo de sua mente - o "conhecido" e o habitual reatividade e resistência a suas emoções - "o conhecedor".
A Atenção Plena ou Mindfulness permite-na deixar de ir o conhecido e o conhecedor e despertar como o saber - a consciência pura da mente livre e do coração.
Superando a ansiedade com TAP
Desordem de ansiedade generalizada é uma condição muito comum que afeta muitos de nós em algum momento em nossas vidas. A qualquer momento, estima que menos de 10 milhões de pessoas nos Estados Unidos foram diagnosticados com DAG e estão ativamente procurando tratamento através de medicação ou alguma forma de terapia cognitiva.
Em essência recorrente ansiedade é uma forma de preocupar-se intensa sobre saúde, trabalho, medo do futuro ou uma grande variedade de situações que podem ocorrer no futuro que cria uma quantidade imensa de sofrimento emocional. Então o que podemos fazer para controlar os nossos níveis de ansiedade?
É importante compreender que a ansiedade, como reacções mais emocionais, tem uma estrutura. Não é um processo aleatório, mas é produzida pela combinação de dois componentes: pensei que estruturas e associado a energia emocional do sentimento.
Estamos todos familiarizados com os padrões de pensamento negativo recorrente: os loops de pensamento que mantêm e ampliam a preocupação e ansiedade.
Este diálogo interno pode ser implacável e muitas vezes bate-nas primeiras horas da manhã, se nós pode dormir em tudo! Este pensamento negativo tende a solidificar em crenças generalizadas sobre o futuro, sobre nós mesmos e outras pessoas que leva uma vida própria.
Podemos tornar-se consumido por se preocupar com coisas que nunca pode acontecer. Mas, mais importante ainda, o pensamento de se preocupar em nada nos ajudar lidar com a realidade objetiva das coisas que precisam de nossa atenção.
Na verdade o pensamento reativo nos torna menos capaz de lidar, deixa-nos sentir drenado e confuso.
Claramente, o caminho para controlar a ansiedade deve envolver alterar esses loops de pensamento negativo interno e crenças. No entanto, a maioria das pessoas encontrar isso extremamente difícil de fazer.
Eles sabem a um nível conceitual que a preocupação é irracional e não útil e está causando a tornarem-se doente, mas nenhuma quantidade de conversa interior parece alterar a ansiedade. Isso é porque não há outro componente que na verdade é muito mais importante do que o conteúdo dos pensamentos negativos e crenças: energia emocional do sentimento.
Isso é o que dá sentido e poder para nossos pensamentos, e em formações de ansiedade, grandes concentrações de energia emocional tornar-se ligado a palavras ou crenças.
Com esse entendimento, vemos que se pode encontrar uma maneira de liberar esta energia presa, então os pensamentos e crenças vão perder seu poder e dominação compulsiva do nosso pensamento e tendem a ser substituído por pensamentos mais apropriados.
O pensamento negativo ainda pode surgir de hábito, mas sem o investimento emocional, ele tem nenhum lugar para ir e no tempo vai desaparecer.
Concentrando-se em liberar os presos, congelada energia emocional que tem ficado agarrada ao pensamento habitual é um dos focos principais da TAP.
Primeiro nós treinar-na identificar estes negativos pensei reações. Isso é mais importante, porque não podemos mudar o que não podemos ver. Portanto, temos nossas reacções visível por prestando bastante atenção para pegá-los como e quando eles ocorrerem.
Mas depois de dominar isso, podemos mudar nossa atenção longe do conteúdo ou a história de que forma a estrutura cognitiva da reação de ansiedade para a qualidade de sentimento emocional que lhe dá poder. Isso é chamado de "sentado com a emoção".
Aprendemos a sentar-se com nossa ansiedade, sem se envolver em pensamento e ainda mais reatividade, ou na tentativa de atacar os pensamentos negativos. Estamos, na verdade, aprendendo a nossa atenção para a reação, e isso muda tudo.
Jeff, um engenheiro de software com êxito, sofria de enfraquecer a ansiedade social e sofria de reações de pânico; Temendo que ele iria congelar quando pediu para falar sobre seu trabalho em conferências ou mesmo em reuniões de grupos de trabalho. Ele iria notar sua corrida de coração e ele estava obcecado com preocupação que ele iria desmaiar ali mesmo no meio do evento ou apresentação. Ele odiava a sair de casa, odiava viajar e tinha muito medo de qualquer nova situação.
Em uma sessão de Terapia de Atenção Plena ou Mindfulness Therapy , José aprendeu a identificar esses padrões habituais de ansiedade-produzindo pensamentos e, em seguida, aprendeu a sentar-se com a energia de sentimento que cercou os pensamentos no coração da reação emocional.
Ao invés de se tornar consumida pelo conteúdo do pensamento de ansiedade, ele aprendeu a concentrar a atenção sobre o sentimento propriamente dito. Como ele fez isso, ele começou a notar detalhes sobre a estrutura interna da energia sentimento.
Isso surpreende a maioria das pessoas quando começamçam a terapia de Atenção plena ou mindfulness therapy . Eles têm nunca realmente parecia em seus sentimentos antes. Pensamentos sobre eles por horas. sofreu em suas mãos. mas nunca realmente sentei para baixo e olhou em que este "sentimento" realmente são.
O que José tem notado é que o sentimento de ansiedade foi claramente associado com cores brilhantes, com intenso vermelho e laranja, e que essas cores sentiu-se quente. Quanto mais ele olhou o sentimento, quanto mais ele aprendeu sobre sua estrutura interna. Ele também notou como as cores parecem assumir a forma de uma nuvem , um nevoeiro que envolveu todo o seu corpo.
This kind of sensory and experiential detail is very important because they are tangible, and José clearly felt that these colors resonated with his anxiety feeling.
The power that leads to transformation is always in the details, not the abstract ideas or thoughts about an emotion. When a person says, “I am anxious” they are only experiencing a superficial level of the emotion and this is very difficult to change because it is so abstract.
Once a person gets down to the sensory details such as the color, shape and temperature of the emotion, or where it is located in the body, then they have something very specific to relate to and to change.
We can experiment with making subtle adjustments to the color and form of the emotion and monitor how this changes things. In Jeff’s case, he found that when he imagined surrounding the hot red colored feelings with the vastness of the night sky the level of his anxiety dropped from an 8 to a 4 on a scale of 10. When he imagined looking at the red feelings as if it were a star, the anxiety dropped to a 2.
Esta simples mudança no seu interior, imagens permitiu-lhe alterar drasticamente o nível de ansiedade, e isso foi seguido por uma grande mudança em sua percepção da situação e em suas crenças e auto-confiança.
As transformações psicológicas seguiram esta mudança fundamental a nível de sentimento, e isso é muito típico porque as crenças dependem de energia de sentimento para lhes dar significado e poder. Como você altera as imagens você altera o sentimento, e como a energia de sensação é liberada a crenças e cognição alterar em proporção direta.
O outro aspecto interessante da TAP é que ele não só facilita a resolução e transformação do sofrimento, tais como ansiedade ou depressão ou raiva, mas também traz uma mudança fundamental na nossa identidade como podemos começar a se libertar de nossos padrões habituais de reatividade.
Jeff começou a sentir-se mais como o céu noturno, e não como o hot spot de ansiedade: ele começa a ver-se como a vasta presença espaçosa da consciência em vez do Estado contraído de reações emocionais. Isso muda tudo.
EXERCÍCIO
1. Sentar e se sentir confortável. Feche os olhos. Permita-se relaxar e praticar mindfulness básicas de respiração para firmar a mente.
2. Abra o campo de sua consciência até que ela se sente como um grande espaço.
3. Introduzir uma emoção de ansiedade para este espaço e experimentar com apenas sentado com ele como você faria com um amigo: olhando e ouvindo atentamente com interesse e uma mente aberta.
4. Encontre a cor que melhor se adapta a sensação.
5. Experimentar em torno dessa cor com outra cor. Tente o exato oposto cor primeiro e observe a mudança na intensidade do sentimento da ansiedade.
6. Desenvolver essas imagens e tente outras modificações no tamanho, posição e movimento.
7. Continuar a acompanhar a mudança na intensidade em uma escala de 1-10. Quando a ansiedade tenha reduzido em pelo menos 50% abre os olhos e fazer uma pausa antes de retornar para outra rodada.
8. Repita todo o processo 5 a 10 vezes para 3 a 4 dias. Observe como suas percepções mudam a cada dia.
Agora, claro que é mais fácil de fazer isso com uma terapeuta qualificado mindfulness, mas você provavelmente será bastante surpreso com quão rapidamente as coisas mudam quando você chegar para baixo para o nível sensorial detalhado, tornado possível através de atenção focalizada.
Se você observar alguns efeitos particularmente dramáticos que você gostaria de compartilhar, por favor me envie um e relate e-mail e suas descobertas.
Além de trabalhar com uma terapeuta você também pode tentar isso com um amigo, se você puder encontrar alguém disposto a ouvir e fornecer essa presença consciente que é tão essencial para este processo de transformação.
TAP realmente faz a diferença
TAP através do Skype ou serviços baseados na web semelhantes, ganhou popularidade significativa nos últimos anos, principalmente devido à sua conveniência e a relação custo-eficácia.
Quando combinado com TAP, uma forma de psicoterapia que incide diretamente sobre cura emoções nucleares, sem gastar anos em análise biográfico, os resultados podem ser muito dramáticos.
Quando eu pedir às pessoas que querem mais de uma terapeuta, a maioria responderá que precisam apenas alguns ponteiro sobre como trabalhar com suas emoções, sua ansiedade ou depressão, estresse ou outra forma de sofrimento.
Eles querem aprender a parar de ser oprimido por suas emoções, de se tornar vítima de reatividade emocional e outra vez. As pessoas querem libertar-se de sua reatividade habitual negativa e aprender novas formas de seus sentimentos de processamento que é positivo e leva à cura, equilíbrio e felicidade.
Todos nós precisamos de ajuda com emoções difíceis, mas muitos de nós têm medo dos terapeutas! Nós não gosto da idéia de mostrar nossa vulnerabilidade a um completo estranho e podemos sentir envergonhados dizendo-lhes tudo sobre nossa história pessoal.
Mas, ao mesmo tempo, parte de nós reconhece que podemos ter tornam-se preso e permanecendo preso apenas não é uma opção mais. Talvez nossa ansiedade ou inner tumulto está levando-na ser deprimido e negativos o tempo todo, deixando-nos sentir desanimados e cansado.
Vamos ver como isso afeta nossas relações pessoais e da vida familiar, como nós estamos apenas menos "lá" para nosso parceiro ou nossos filhos. A vida deve ser uma apaixonado dança na qual podemos interagir positivamente com todos os desafios que enfrentamos.
Em vez disso, recuar, contrato e retirar-se em nossa linha de comando. Ninguém em casa. Não incomodar. Deixa-me.
Este é o estado mentalque em que muitos de nós nos encontramos, condenado a viver a vida como escravos para nossos hábitos reativos.
Vivemos como vítimas de nossas emoções, pensamentos, crenças e memórias, escravizadas pelo conteúdo da nossa mente que resultem do hábito e anos de negação, e isso é o que Mindfulness terapia tenta corrigir.
Curiosamente, a comunicação através de um videocam é definitivamente mais confortável para muitas pessoas, e conduzir uma sessão num ambiente familiar de uns própria casa (ou escritório) faz com que o cliente se sentir muito mais habilitadas no processo de terapia.
TAP é tudo sobre recuperar um sentido de nossa verdadeira identidade como algo muitos mais do que todos os mesquinhos conteúdos que compõem a história do que nós pensamos que somos.
Em algum nível, sabemos que há mais para nós do que o conteúdo material do sombrios formulários; sentimos um espírito interior que é maior do que todas as nossas preocupações, desilusões, frustrações e ansiedades.
A Terapia da Atenção Plena (mindfulness) nos coloca em contato direto com esta dimensão espiritual de nosso ser e como podemos fazer contato com esta dimensão maior, ele respira calor cura para as regiões congeladas e frígidas da mente contratada e começam a transformação e cura.
É um recurso extraordinário da mente humana que está sendo completamente presentes com nosso sofrimento é em si mesmo diretamente de cura. A Atenção Plena o Mindfulness realmente cura. Aprender a estar totalmente presentes com nosso sofrimento, ou o sofrimento de outros, é o foco da terapia de Atenção Plena ou Mindfulness Therapy on-line.
Quando nos concentramos com atenção plena ou mindfulness nas nossas emoções emoções dolorosas, criamos um espaço em torno deles que é a essência da compaixão e bondade e não-reatividade. Não surpreendentemente, emoções contratadas respondem a esta liberdade interior, unclenching e lançando seu aperto em você.
Neste espaço interior de completa envolvidos-presença, que é o que mindfulness é, emoções dolorosas finalmente recebem permissão e liberdade para alterar e curar.
Esta é a visão notável apontada pelo Buda mais de 2500 anos atrás, e que agora é recuperar a popularidade com terapeutas e conselheiros em todos os lugares.
A grande mente, chamada a psique, mais do que capaz de curar o sofrimento criado pela mente pequena, o ego, if…and este é o grande IF…it é dada a liberdade em que mudar. Não há liberdade, sem alterações.
Mindfulness é a consciência que gera essa liberdade interior e facilita a cura no núcleo.
Convido todos vocês que realmente querem fazer uma mudança para melhor aprender habilidades mindfulness, incluindo meditação mindfulness e aplicar esta forma notável de consciência para curar as feridas do coração.
Gerenciamento de raiva com DAP
A raiva é uma emoção poderosa que pode causar danos incalculáveis em nossas relações estreitas, nossas comunidades e o mundo em geral precisa aprender novas estratégias para lidar com esta forma concentrada intensa de energia emocional.
Pelo menos 50% dos clientes que eu trabalho com on-line através do Skype sessões estão lutando com raiva em uma forma ou de outra e vêm a mim por causa dos efeitos destrutivos que raiva é ter em seu casamento ou sua família.
Outros reconhecem que não resolvidas raiva é o cerne da sua depressão e deseja encontrar melhores formas de trabalhar com esta energia intensa. Como muitas vezes afirmado Sigmund Freud, a depressão é raiva voltada para dentro para o self.
Outros reconhecem o imenso estresse associado com raiva e desejarem gerenciar sua raiva por motivos de saúde.
Qualquer que seja a motivação para mudar, todos sentem que sua raiva os impede de viver a vida ao máximo e os impede de ser feliz.
Existem muitas abordagens para trabalhar sobre a resolução de raiva, mas o princípio é o mesmo: temos de aprender a assumir a responsabilidade por nossas próprias reações cognitivas e emocionais e não externalizar, culpando a outras pessoas ou situações para a forma como pensamos. Este é o início da viagem à liberdade de raiva.
A maioria de nós se enquadram o hábito de pensar, "Estou com raiva porque ele/ela fez/disse que este /". "Estou com raiva porque eu perdi meu dinheiro devido ao colapso do mercado de ações". "Estou com raiva por causa do abuso que teve de suportar como uma criança, repetidamente submetida à raiva do meu pai".
Estes são fatos reais que produzem claramente a dor, mas nossas reações emocionais são na verdade criadas internamente-eles são subjetivos e variam de pessoa para pessoa e de dia para dia. Muitas vezes é útil separar "dor" de "sofrimento".
Trauma emocional ou sexual produz dor, mas é nosso reações à dor que cria sofrimento – como é o caso com raiva.
É perfeitamente compreensível e aceite na nossa cultura que um deve tornar-se irritado quando certas coisas acontecem, mas é importante entender que o causal link é uma ilusão, um auto-engano.
Há não, "porque." Noções básicas sobre isso em um nível profundo conceitual é vital se você quiser quebrar livre de reatividade habitual de raiva, ou qualquer outro condicionado reações emocionais para esse assunto.
Todos eles dependem desta ilusão básico no qual nós cegamente identificar com reações e efetivamente "tornar-se" a reação. Uma raiva pensei que surge e estamos a tornar-se a raiva e todas as nossas ações de corpo, fala e mente são afetadas pela raiva.
Esta força compulsiva de se tornar foi reconhecida pelo 2600 Buda há anos, a principal causa de nosso sofrimento. Aprender a assumir a responsabilidade por nossas reações emocionais é essencial – que o Buda descreveu como a primeira nobre verdade.
Os 4 R de TAP para superar a raiva
Eu trabalho com a TAP para ser uma abordagem extremamente eficaz para trabalhar com padrões de reatividade habitual, como raiva, porque ele vai além da importante, mas ainda abstrato nível de pensamentos e crenças, como descritas acima para a mecânica do processo de reatividade propriamente dito.
Mindfulness é um processo de investigação profunda sobre exatamente o que está acontecendo a nível sensorial e experiencial.
A primeira fase da terapia Mindfulness é reconhecimento.
Treinamos-na reconhecer o impulso de reagir com raiva. Na maioria das vezes nós não vemos este impulso e instantaneamente se tornar os pensamentos irritados, voz e corpo. Nossos músculos do rosto apertar, nossa voz torna-se mais alto e nossos pensamentos contratos para baixo em preto e branco de pensar.
A reação pode ocorrer em menos de um minuto, e então se tornar mecânicos, perdendo toda a nossa liberdade e escolha e obrigados a agir fora o argumento com o nosso parceiro ou tornar-se frustrado e irritado com o mundo. O truque é pegar a reação antes para toma forma, e isso significa em sintonia para o impulso de reagir. Que é o ponto crítico que irá determinar o resultado do sofrimento ou não.
A Atenção Plena ou Mindfulness nos ensina como tornar-se primorosamente sensíveis aos impulsos reativos e treina-na arte de reconhecer seus decorrentes em tempo real. Vê-los desta forma imediata é um ponto de viragem para muitas pessoas. em vez de ser vítimas indefesas de suas reações de raiva experimentam agora a um momento breve mas real de escolha.
Liberdade está retornando e com liberdade, inteligência também retorna e descobrimos que somos capazes de tomar decisões mais acertadas que levam a melhores resultados.
2 A próxima fase da terapia Mindfulness que descrevo no meu artigo O Caminho da Atenção Plena , é a relação.
A captura os impulsos que possam surgir é o primeiro passo, mas o que podemos fazer em seguida é muito mais importante. A Atenção Plena ou Mindfulness é compaixão, carinho e simpatia. não é diferente dessas qualidades.
Quando eu trabalho com clientes, eu ensiná-los a voltar para o impulso e o subjacente machucar; para cumprimentá-lo, bem-vindo-lo e convidá-lo para o espaço de percepção consciente. Esta é a fase de relacionamento de aprender a ser totalmente presentes com o sentimento atrás o impulso. A maioria de nós correr uma milha no sentido oposto!
Podemos resistir, evitar, suprimir – tudo perfeitamente compreensível, mas também totalmente ineficaz em ajudar a raiva para transformar e alterar.
Temos de aprender a responder para o impulso de reagir com aceitação consciente e cuidar-amor.
Não é fácil, mas se nós cair abaixo do nível de pensamento para o Reino de experimentar, não é tão difícil de cultivar a presença com nossa dor, nossa raiva e nossa aversão a nossa dor e raiva. Terapia mindfulness ensina a reconhecer e se relacionam com todos esses movimentos da mente reactiva.
A resposta de reconhecimento-relação de mindfulness pode ocorrer em menos de um minuto no mesmo intervalo de tempo como uma reação de raiva, mas o resultado será totalmente diferente. Muitas vezes para a maioria das pessoas, isso se traduz em "tendo tempo limite".
Retirar-se da situação e, em seguida, gastar 5-10 minutos "sentado" com a emoção de raiva e dando-lhe muito espaço em que se expresse – internamente, não externamente. Criar um espaço consciente em torno de sofrimento permite que o sofrimento transformar e resolver-se de muitas maneiras diferentes.
Este é o terceiro do 4 de R: resolução. Quando você responde a sua raiva com bondade, paciência e amor em vez de reagir a ele com mais raiva, pensar mais, mais identificação na história, a raiva vai resolver-se.
Que a energia reprimida quer uma tomada, uma maneira de liberar-se do nível experiencial, que não é o mesmo que ficar irritado a nível externo.
Ventilação externa realmente inibe o processo de resolução mais frequentemente do que não. Resolução interna é um processo muito mais sutil que envolve mudanças no imaginário de sentimento e interior.
Aprendendo a libertar-nos de padrões habituais de raiva e outra reatividade envolve aprendendo a girar no sentido destes compulsões e, em seguida, construir um relacionamento muito íntimo e carinhoso com a energia emocional preso dentro.
Isto abre um caminho que leva à dissolução da raiva e libera sua mente para descobrir formas mais criativas de responder, a quarta das 4 da R: resposta.
Trata-se de ação com base na inteligência intuitiva interna e de liberdade, não cega reatividade com base no condicionamento habitual. Aprender a responder e não reagir é o nome do jogo.
Aprender a sentar-se com depressão
Durante meu trabalho com clientes através de sessões de Skype ou no escritório, eu acho que um dos problemas centrais a maioria das pessoas têm é que eles não sabem como focalizar interiormente e criar uma calma, espaço seguro no qual pode se envolver com seu sofrimento emocional interior. ]
Desenvolvemos uma infinidade de reações secundárias de evasão, resistência ou demissão simples. Podemos nós mesmos ocupado em atividades, qualquer coisa para evitar que enfrentam a realidade interna de nossa ansiedade ou depressão.
Podemos falar sobre nossos problemas, analisá-los e tentar consertar as coisas através de força de vontade e pensamento positivo, que são todos muito bem em si, mas apenas se eles vêm de uma fundação de quietude e escuta interior.
O problema é que nós não aproveitar o tempo para cultivar esta relação interna e que é como tentar corrigir um problema sem conhecer todos os factos, e que nunca é uma boa estratégia.
Temos de aprender que a arte de ser ainda e completamente presente com a ansiedade, a depressão, a memória traumática ou outra chateado; em suma, precisamos aprender a arte de ouvir dentro.
Todo mundo sabe a importância de ouvir sem, um amigo ou a criança que precisam de nossa atenção e apoio. Bem esta atitude muito mesmo é necessário dentro se nós queremos trazer sobre a cura.
Este é o principal trabalho de terapia de meditação Mindfulness: aprendizager formar uma relação baseada em ouvir, abertura e sendo completamente presentes com suas emoções, e em sessões de terapia-ensino, você aprenderá como fazer isso em grande detalhe.
Terapia começa no momento em que um cliente estabelece uma relação baseada em mindfulness com suas reações emocionais, e na verdade terapia quase pode ser definida como o processo de cultivar a arte de escuta interior até que se torne a resposta natural ao sofrimento. Por isso é tão importante? A atitude de escuta e sendo totalmente presentes para nossa experiência tem muitos efeitos extraordinários, e todos eles trazem benefício. Nível mais fundamental, ouvir é o processo em que vamos parar de reagir e começar a viver.
Isso é o que é descrito como o desenvolvimento de "presença", e esta é uma das principais características do mindfulness: estar totalmente presente para tudo o que você está enfrentando, sem a interferência de pensar ou reagir ainda mais para o que você está enfrentando. Na verdade mindfulness pode ser descrito como "engajados-presença."
É que a qualidade de escuta aguda e abertura à experiência acoplado por uma vontade de se envolver e enfrentar a nossa experiência, incluindo a dolorosos e desagradáveis pensamentos e emoções.
Como terapeuta, minha principal missão é ajudar meu cliente estabelecer essa presença engajados de mindfulness com seu sofrimento. Mindfulness nos ensina como entrar em sintonia com nossas emoções nucleares, e como fazemos, criamos um espaço próximo a dor que eu chamo de "espaço terapêutico de mindfulness". A reatividade tende a fechar e a mente, tornando-se temeroso e com raiva de contrato, nenhuma das quais ajuda o processo de cicatrização.
Mindfulness tende a abrir e expandir a consciência e literalmente abre espaço em que estados emocionais apertados e contraídos podem começar a mover, desdobrar e diferenciar. Em resumo: reatividade inibe o mudança; mindfulness facilita a mudança, e este é um dos princípios básicos da psicologia mindfulness.
Mindfulness de nossas emoções não é o mesmo que agindo fora da emoção e ele não é patinar no sentimento ruim. É o processo de "sentado" literalmente com a emoção: nada a fazer, onde ir, nada para corrigir, apenas sendo 100% presentes com a emoção como um objeto para observar e estudar com cuidado.
Esta mudança no relacionamento de reatividade subjetiva, na qual estamos continuamente são sequestrados por nossas emoções, para uma relação objectiva, em que podemos estar com nossas emoções em um Estado de silêncio interior, tem um efeito de cura imensamente poderoso.
Ele literalmente cria um espaço em que a emoção pode alterar de dentro. Assim, se você sentir-se oprimido pela ansiedade, medo, preocupações, culpa ou depressão, terapia de meditação Mindfulness será de grande valor para você.
Uma mulher descreveu como ela se viu como sendo uma vítima de preocupante incessante e ansiedade. Ela tinha tentado várias formas de terapia a falar, mas a ansiedade persistiu. Quando eu perguntei a ela que cor foi a ansiedade-emoção, ela parecia confuso.
Aparentemente, em todas as suas sessões de terapia anterior ninguém tinha perguntou-lhe para olhar para dentro e ver o que estava realmente lá. Falando sobre as emoções nunca é tão eficaz como realmente olhando para eles diretamente.
Depois de algumas sessões de MMT ela estabeleceu uma relação baseada em plena consciência interna com a emoção de ansiedade e imediatamente percebeu que ela tinha uma cor preta e tinha uma forma dura, apertada.
Agora, pela primeira vez, ela tinha algo de concreto para trabalhar com, e após várias sessões mais de simplesmente criar um espaço terapêutico mindfulness em torno do objeto preto, espontaneamente começou a suavizar e desprender-se, eventualmente assumir uma nova cor e mudando de muitas outras formas. A energia emocional restrito foi sendo lançada durante este processo de experimentar interna direta e isso levou a transformação profunda no núcleo. Dessa alteração no nível de sentimento do núcleo, suas crenças e pensamento também alterado e ela já não sentiram uma vítima de preocupante compulsivo.
Ela prontamente encontrou novas soluções e perspectivas mais positivas sobre as coisas, e tudo isso surgiu como consequência do primeiro aprender a estar presentes com seus pensamentos de preocupação pela formação mindfulness.
Meditação mindfulness é como "massagem mental", em que podemos trazer calor e cura energética a esses lugares duros, reativas dentro e com cada toque suave, sofrendo começa a responder, curando-se de dentro.
Durante a Terapia Mindfulness on-line, eu ensinar os clientes como fazer esta massagem"mindfulness" para que possam praticar a arte de cura interior no nível do núcleo e aprender uma maneira totalmente diferente de estar com os muitos desafios de suas vidas. O problema é raramente nos desafios, decepções e problemas, mas quase sempre da maneira que podemos reagir a esses eventos.
A Atenção Plena ou Mindfulness nos ensina como para manter o equilíbrio e evitar tornar-se reativos. Aprendemos a substituir reatividade com capacidade de resposta, com base em plena consciência, em vez de compulsão cego. Que é o caminho que cura sofrimento em nosso coração e nos nossos relacionamentos.
Na verdade, muitos dos meus clientes usam as habilidades de plena consciência que eles aprendem a curar os padrões compulsivos de reatividade e argumentando que destrói relacionamentos pessoais. Tudo começa por aprender a arte de escuta verdadeira com base na contínua-lembrança e presença envolvidos.
Por Julio Cesar Tafforelli
A desordem de ansiedade generalizada é uma condição muito comum que afeta muitos de nós em algum momento em nossas vidas. A qualquer momento, estima-se que mais de 10 milhões de pessoas nos EUA sofrem de algum tipo de DAG. Muitos estão buscando ativamente tratamento através de medicação ou alguma forma de psicoterapia, quer online ou no consultorio.
O que você pode fazer para ajudar a gerenciar sua ansiedade?
Através do meu trabalho com clientes, tanto no consultotio quanto online eu encontrai que a Terapia de Atenção Plena baseada em Mindfulness. Consequi ser mais direto e eficaz para ajudar as pessoas a mudar os padrões subjacentes da reactividade emocional e cognitivo que sustentam o sofrimento emocional de ansiedade e depressão.
Voudescrever alguns dos destaques desta abordagem que você pode aplicar-se a trabalhar com suas ansiedades.
Reformular a emoção
Quando uma emoção surge, se ansiedade ou medo, raiva, frustração ou sentindo sobrecarregado, nossa reação habitual é tornar-se identificado com nossos pensamentos e emoções.
Nós literalmente tornar-se a emoção quando dizemos, "Estou com raiva", "eu estou triste," "eu tenho medo." Este problema de identificação faz com que nossa identidade, o "eu", para recolher o estado contratados da emoção, pensada, memória traumática ou outros objetos mentais que surgem.
Isto leva ao sofrimento e esse processo de identificação simplesmente alimenta e fortalece a reação emocional.
Nós pode parar o processo por simplesmente reformular a experiência, "Eu sou" para "Eu observo o sentimento de …dentro de mim."
Em um sentido muito real, podemos manter o "eu" separado do conteúdo de mente e impedir que ele contratante para a emoção.
Agora a emoção ou memória ou pensamento simplesmente torna-se e objeto dentro da mente que posso observar através de cuidadosa atenção (mindfulness).
Isso tem um efeito poderoso na criação de um espaço em torno da emoção que é essencial para permitir que a emoção alterar e resolver-se. Ele também mantém você em contato com o "real" você, que não é o conteúdo de sua mente, mas a consciência que os contém. Você não é seus pensamentos.
Dando boas vindas à emoção
Isso é uma coisa estranha perguntar! Livrar-se dele, evitá-lo, resistir sim…porém bem-vindo ?
Tem sido mostrado repetidamente que a resistência e confronto são ferramentas ineficazes para a cura interior sofrimento emocional. Aceitação e não-violência são muito mais propensos a ajudar.
Por que? Porque é só por olhar que podemos sempre esperar para aprender e ver o que precisa ser mudado e reatividade sempre inibe a este processo.
O que nós realmente estão praticando é compaixão: compaixão com as partes de nossa mente que estão sofrendo e na dor. Compaixão é que estas emoções precisam de mais do que qualquer coisa e mais do que nossas tentativas ineficazes para controlá-los ou "corrigir".
Um provérbio comum na psicologia budista é que o maior presente que podemos dar para outra pessoa é nossa bondade e amizade.
Nós compreendemos isto bastante bem na nossa relação com as pessoas, ainda fazer nós estendemos a mesma amizade ao nosso sofrimento emocional?
No. Em vez disso, fazemos tudo para se livrar dele ou empurrá-lo longue. Você pode imaginar o caos que criariam se fizemo-lo com os nossos filhos indisciplinados?
O sofrimento emocional é muito parecido com uma criança interior que está com dor. Nossa criança interior precisa nossa atenção e bondade da mesma forma que uma criança real precisa nosso amor quando na dor.
Temos de aprender a sorrir no nosso sofrimento emocional, não combatê-lo e criar mais sofrimento. É difícil, mas assim é combater a dor. Uma dessas opções tem uma chance de produzir a cura.
Sentar-se com a emoção.
Assim como com os hóspedes à medida que eles chegam na porta, não é suficiente para apenas recebê-los e, em seguida, ignorá-los, preferindo a se envolver em alguma outra atividade mais agradável. Após um aperto de mão, convidamo-los a sentar-se e, em seguida, vamos sentar com eles e dar-lhes toda a nossa atenção.
Na prática, meditativa de desenvovimento da Atenção Plena , praticamos "sentado com a emoção" da mesma forma, dando toda a atenção aos sentimentos por trás a emoção. Nós cultivamos um relacionamento com nossas emoções internas em que ouvimos com uma mente aberta e com curiosidade e interesse.
Mas claro, vemos muito perto a tendência da emoção para arrastar-nos.
Tornando-se a emoção, tornando-se reativos e identificação com a emoção não é útil. Imagine ser com um amigo em necessidade. Ele ou ela precisa de você para estar presente para eles e aqui sua dor, não para se tornar igualmente chateado e reativa.
Para ajudar, deve haver espaço e quietude assim que podemos ver a estrutura mais sutil de nossas emoções e só então nós pode começar a ver como nós podemos ajudar a resolver a situação.
Este é um exercício de paciência e quietude, mas você vai se surpreender com o poderoso efeito que isso pode ter. O poder de ouvir é muito desvalorizado na sociedade contemporânea, mas como qualquer coisa pode mudar se não ouvirmos desta forma, com plena consciência?
Pergunte a emoção, "Como posso ajudá-la?"
Juntamente com plena consciência, trazemos uma intencionalidade para curar. Isso é chamado compaixão ou metta em psicologia budista. Quando nós aproxirmos o desejo de ajudar com a escuta aberta de Atençaõ Plena (mindfulness) então a emoção vai começar a expressar as suas necessidades.
Mas, como já disse, esta voz é fraca e tímido e assim devemos ouvir muito atentamente. O que o dano pode ser necessário é nada mais do que para saber que alguém cuida - que você se importa e que você está disposto a ficar com a dor interna e não abandoná-la.
A maioria de nosso sofrimento sofreu uma vida inteira de abandono; agora é o momento de fazer algo muito diferente. Ansiedade, medo, trauma, raiva; todos eles respondem a compaixão, aos cuidados de verdadeiro e amor e eles irão curar em proporção direta para o metta que trazem para eles.
Revisite suas emoções muitas vezes
Tal como acontece com uma pessoa, uma visita não é suficiente para estabelecer uma amizade e uma relação de trabalho. Você deve optar por voltar à emoção muitas vezes - não para tornar-se oprimido ou identificado, não para tornar-se perdido em pensar sobre a emoção e preocupante, mas para voltar à emoção e sentar-se com ele mais uma vez - como um amigo.
Cada vez que você tocar a emoção com plena consciência e compaixão, amaciar e se tornará maleável e começam a mudar. Você está criando as condições ideais em que pode curar o sofrimento, e ele irá curar por si só se podem alterar, assim como ignorância e reatividade impedirá que mudar.
ACONSELHAMENTO ON-LINE
Aconselhamento on-line e terapia baseada no Skype são convenientes, acessíveis e ter sido provado eficaz em vários estudos. Em ele Reino Unido e Austrália Counseling on-line é recomendado pelas autoridades nacionais de saúde como um recurso valioso que deve ser disponibilizado mais amplamente como parte de uma campanha preventiva para gerenciar condições mentais como depressão.
Terapia online parece ser particularmente útil para ajudar pessoas que sofrem de transtorno do pânico e ansiedade Social, como demonstrado em um estudo publicado na Scandinavian j. da terapia comportamental (2003) chamado, "tratamento baseado na Internet para o transtorno do pânico". Outros estudos mostram a eficácia para depressão e gestão do stress.
a terapia da Atenção Plena (TAP) Ou Mindfulness Therapy, desenvolvido pelo Dr Peter Strong na década de 1980 e descrito em seu livro, "O Caminho da meditação Mindfulness' (Amazonas) é uma das abordagens mais promissoras para ajudar as pessoas a aprender como fazer alterações no nível do núcleo de emoções complexas tais como depressão e ansiedade.
A Terapia de Atenção Plena ou Mindfulness Therapy ajuda a neutralizar o pensamento negativo de conversa e reativo que perpetua o sofrimento emocional associado com depressão e ansiedade.
Acima de tudo, Mindfulness terapia produz um espaço de cura interior, referido como o espaço terapêutico de consciência consciente que permita que as emoções desdobrar, descontraia-se e tornar-se maleável novamente. Mindfulness permite emocional de sofrimento para alterar, transformar e resolve.
A abordagem Mindfulness online counseling Skype sessões de chamada de vídeo composto por uma mistura de ensino e direcionar experiencial trabalha no qual os clientes são ensinados como trabalhar com sua ansiedade ou outras emoções usando mindfulness como uma ferramenta de conscientização.
Mindfulness é uma forma muito especial de consciência que tem ambas as qualidades passivas de aceitação, a abertura e a verdadeira amizade para com o nosso sofrimento emocional.
Esta face compassivo de mindfulness é mais essencial para criar o espaço terapêutico em que transformação e cura podem ocorrer efetivamente. Um grande professor expressa-lo, nós aprendemos a sorrir no nosso sofrimento - com bondade, paciência e ternura genuína.
O sofrimento cura na radiância dessa qualidade de amor. Tente e veja por si mesmo. Nossa reação usual é resistir nosso sofrimento e executar na direção oposta. Mas tão rápido como você tentar executar, o sofrimento segue perto por - como a roda de um carrinho segue o casco do Boi - para usar uma analogia favorita do Buda. Mindfulness é a ação de girando para nosso sofrimento, não longe.
Quando escolhemos estar totalmente presentes, sem reagir, então tudo começa a mudar e cura torna-se uma possibilidade real. Não é fácil, mas é um caminho certo. Na psicologia ocidental chamamos esta terapia de exposição; Mindfulness leva este conceito e refina-la em grande detalhe para que a exposição é não reativa e promove a cicatrização maior.
Mindfulness também inclui os componentes ativos de vigilância, investigação e benevolência.
Vigilância descreve o rosto mais familiar de mindfulness em que treinamos-na reconhecer reações emocionais que possam surgir ao longo do dia. Reações emocionais dependem de nossa ignorância. Isso é quando eles têm mais poder, quando invisível. Acender as luzes e eles imediatamente perderem seu poder. Manter as luzes acesas e eles vão gradualmente derreter.
Esta é uma das características mais marcantes do mindfulness: direcionar a percepção consciente traz sobre a cura por si só. Ele é semelhante a acender um refletor de luz em um bloco de gelo, as emoções congelados: O calor da luz será gradualmente derreter o gelo e liberar a energia de sentimento presos.
Todos nós temos que fazer é ficar consciente e consciente e não se tornar distraído pensando ou reagir a emoção está sendo observada. Nós apenas temos que permanecer presente e centrado sobre a emoção e vai mudar por si só.
Na verdade, o problema não é na emoção, tanto quanto em nossas reacções à emoção, que inibem essa consciência cura direta. Isto é chamado a presença de cura de mindfulness, um fenômeno verdadeiramente notável que só agora estamos começando a entender. Naturalmente, o Buda descreveu detalhadamente há mais de 2600 anos!
During meditation-based therapy sessions we watch the emotions very closely, as if under a microscope, studying the process of their arising in great detail. It is this tremendous attention to detail that is one of the hallmarks of mindfulness and one of the reasons why it is so effective for transforming difficult emotions.
As the saying goes, the devil is in the details…Actually the ‘devil’ is in our unawareness of the details - in not seeing the deeper structure of our emotions. We tend to remain stuck and identified with the superficial representation of emotion as thought.
What we need to do is move beneath the thoughts to reveal the sensory structure of the emotion. This is the active aspect of mindfulness called Investigation.
The inner structure of our emotions is quite different to the word-labels that we usually use when talking about our emotions, and in most cases this inner language of the emotions is not words at all, but imagery.
We think, “I am angry,” but the process that creates this emotion is based on a movement of vivid colors such as red or orange and it is the specific color that generates the emotion of anger inside. The color red is part of the structure of the emotion.
If you look closely at any emotion you will almost always find a hidden and deeper structure with specific colors and shapes. This is significant because you can experiment with changing the color or even bringing another color in as a resource.The color blue may neutralize the color red.
Any change in the inner structure of the imagery can produce very profound changes in the emotion. Discovering this inner world of imagery within an emotion is a fundamental part of mindfulness therapy.
Mindfulness is always a movement from the superficial surface layers of thought to the underlying sensory structure of thought and it is in the awareness of this detail that change becomes possible.
But to discover this often unseen structure of our emotions we must build a relationship with the emotion in which we are free to investigate with sustained mindfulness. The more we uncover, the more material we will have for producing change.
Next time ‘a black cloud of depression’ descends on you, or ‘you are green with jealousy or red with anger’ take a closer look at the colors beneath the emotion. Work with those colors and see how it changes the intensity of the emotions.
O aspecto benevolente mindfulness é o desejo de trazer a mudança benéfica e cura da emoção dolorosa. Vamos explorar com grande sensibilidade que alterações a nível sensorial, tais como alterações na cor, pode ser sentida para trazer sobre a cura.
Em seguida, desenvolvemos as alterações de teses e ampliá-los até que haja uma resolução completa da emoção por prestando bastante atenção a quaisquer mudanças sutis no nível do sentimento. É tudo sobre prestando bastante atenção ao detalhe, e isso é precisamente o que cultivamos na Terapia de Atenção Plena Ou Mindfulness Therapy.
Aceitação-abertura-simpatia: Vigilância-investigação-benevolência
Isso é terapia de atenção plena aplicada ao reparo de ansiedade, depressão e estresse. Todo este trabalho experiencial sutil pode ser feito muito bem através de sessões de chamada de vídeo baseado no Skype.
Por que? Porque a terapia de atenção plena (mindfulness Therapy) é sobre o que fazer internamente, não o que o terapeuta faz para você. Seu trabalho é facilitar o seu próprio processo interior de detecção e cura através da aplicação de plena consciência. Isso é o que ensinamos no centro de Boulder para Mindfulness terapia.
Terapia de Atenção Plena Online (Mindfulness Therapy) e aconselhamento para a depressão
A depressão é uma condição comum que afeta a maioria de nós em algum momento em nossa vida. Para a maioria de nós, esses episódios depressivos passam como uma tempestade, mas eventualmente resolvem-se e podemos voltar ao nosso estado normal de equilíbrio.
Para alguns, os padrões de reações de ansiedade não levante tão facilmente e os mesmos pensamentos negativos repita mais e mais como um jogador de recorde quebrado.
Esta revivendo e ultrapassagem dor e agitação emocional é uma importante fonte de stress e deixa-nos sentir exausto e incapaz de lidar. Podemos tornar-se apáticos e sentir nossa energia de vida afastado de drenagem.
A depressão e outros distúrbios de ansiedade têm uma estrutura interna sob a forma de habitual reações cognitivas que tornar-se cegamente atribuímos através do processo de identificação.
O negativo pensei que surge e, em seguida, podemos tornar-se o pensamento. Surge uma preocupação-pensamento e estamos a tornar-se preocupado. Raiva surge e estamos a tornar-se irritado. O medo surge e vamos ficar com medo.
Este processo de se tornar acontece bastante automaticamente e é sustentado pelo fato de que temos conhecimento do processo reativo de cada vez.
O pensamento surge e literalmente agarra espera de nós e puxa-nos em um estado de consciência contra nossa vontade ou escolha predeterminado. As reações habituais prosperam em nossa ignorância deles e continuarão indefinidamente enquanto continuamos sem saber.
Portanto, claramente o primeiro passo em superar a depressão requer que podemos reverter este processo e treinar-na tomar consciência de nossas reações emocionais negativas.
Como diz o ditado, "nenhuma consciência, nenhuma escolha; consciência parcial, escolha parcial. completa consciência, completar escolha". Em psicoterapia mindfulness isso é chamado o despertar para nosso reatividade.
Podemos pensar que estamos conscientes dos nossos pensamentos e emoções e isso é verdade até a um ponto, mas o problema é que raramente temos consciência de nossas reacções no momento em que elas surjam, somente depois do fato quando nós são consumidos, tornando-se a reação.
Nossa consciência não é imediato e direto, mas atrasada, e o fator de atraso é ignorância. Mindfulness é, sobretudo, um esforço deliberado para mudar isso e despertar para nossas reações assim que elas surgem.
Na verdade, nós aprendemos a reconhecer o impulso de reagir que precede a forma de pensamento próprio. Cada momento em que nos tornamos conscientes do nosso impulso reagir cria um espaço, um breve intervalo em que há liberdade e escolha.
Às vezes isso é que o suficiente para interromper o processo reativo completamente e estamos aptos a escolher para pensar ou agir de forma diferente.
Outras vezes, o impulso é tão forte que somos tentados volta a se tornar a reação novamente.
No entanto, cada momento de plena consciência reforça e cultiva este estado interior de liberdade, e com esforço consciente e repetição, o espaço de liberdade interior vai crescer.
O que estamos aprenderndo a fazer é abster-se de alimentar, ou seja, a besta, a estrutura interna de reatividade habitual. Se você parar de alimentar uma reação por tornar-se identificado por ele, em seguida, começará a perder energia para se sustentar. Ele também perde seu poder sobre você.
Agora que você ganhou alguma liberdade de sua reatividade, você pode fazer algo notável e ativamente transformar sua atenção para o sofrimento, no sentido do sentimento energia que alimenta o impulso para reagir. Esta é a segunda parte da prática mindfulness e uma parte muito importante do método de Terapia de Atenção Plena ou Mindfulness Therapy .
Fazemos literalmente a emoção, propriamente dito, o foco da nossa meditação, razão pela qual nós usamos o termo terapia de meditação Mindfulness.
Quando estamos no modo reativo inconsciente da consciência, mas nada voltamos para nossa dor. Devemos reagir mais para a ansiedade, medo ou depressão com reações secundárias de evasão, resistência e aversão.
Buscamos distrações positivase tentamos afogar nossas tristezas na bebida, obsessiva estimulação sensorial ou trabalho. Podemos tornar-se agressivo e projeto nosso interior sofrimento sobre os outros e até mesmo para aqueles que amamos.
Mas, com plena consciência, somos capazes de evitar as reações secundárias de aversão, querendo e distração e se voltar para o processo simple de estar presente com nossa dor.
Você pode pensar que você está presente para ele, mas se você olhar mais de perto você provavelmente verá que você não está realmente presente, mas reativas. Mesmo o ato de pensar sobre por que você está chateado ou preocupado não é o mesmo que ser totalmente presentes para o sentimento.
A Atenção Plena ou Mindfulness é a arte de ser acordado para todos os movimentos sutis da mente que tenta levá-lo longe de estar presente.
Assim, através da prática de mindfulness, aprendemos a ser cada vez mais presente com a nossa experiência, incluindo nossa experiência direta do sofrimento. Isso tem um efeito notável sobre a configuração de energia emocional anexada ao pensamento negativo ou crença.
A energia de sensação começa a recuperar a mobilidade e a maleabilidade e no espaço livre interno de consciência atenta, a emoção começa a mudar.
Podemos criar, o que eu chamo um espaço terapêutico em torno a emoção, e neste espaço a emoção responde positivamente por mutação terapêutico.
Uma emoção é uma configuração instável de energia, e o psych sempre procurará resolver a instabilidade, enquanto ele tem a liberdade de alterar. A Atenção plena ou Mindfulness cria esta liberdade interior e por isso mindfulness é tão terapêutica.
Como se diz, "reatividade sustenta sofrimento; mindfulness resolve sofrimento". Não temos que tentar alterar o sofrimento. muda-se – desde que devemos ficar atentos.
Terapia de Atenção Plena para a ansiedade ou Mindfulnes Therapy on-line
Aconselhamento e psicoterapia online de Internet está se tornando mais popular do que nunca na vida agitada de hoje. Como psicoterapeuta profissional, tenho notado um aumento dramático do número de clientes que preferem realizar suas sessões de terapia no conforto de suas próprias casas.
Todos dizem que eles acham sessões on-line usando o Skype ou outros formatos videocam para ser menos intimidar e estranhamente, mais relaxado e mais pessoal.
Isso é importante terapeuticamente porque isso relaxou o espaço ajuda clientes entrar em contato com seus sentimentos e explorá-las a um nível sutil, que, naturalmente, é muito delicado processo que requer enorme sensibilidade, quietude e presença.
Às vezes a presença física do terapeuta pode interromper esse processo e isso pode se tornar uma distração para o cliente.
Há também uma sensação de auto-capacitação associada ao formato on-line e o cliente tende a sentir-se mais no controle do processo e é menos dispostos a assumir o papel da pessoa indefesa, quebrado que precisam ser corrigidos por uma figura de autoridade.
Mindfulness terapia, uma forma de terapia cognitiva que incide sobre os sentimentos por trás de pensamentos e crenças parece ser particularmente bem adaptada para o formato on-line, em parte porque os clientes gastam muito tempo com seus olhos fechados, como eles exploram a estrutura interior sutil de sua ansiedade ou depressão, raiva ou memórias traumáticas.
Funsamentos da Terapia de Atenção Plena ou mindfulness Therapy .
A terapia de atenção Plena ou Mindfulness therapy é uma abordagem muito focada e é bastante diferente da tradicionais terapias fala, porque o foco é sobre o processo e a estrutura interna sensorial de ansiedade e outros estados emocionais negativos
Estados de desequilíbrio emocional, e não sobre o conteúdo de pensamentos ou a história pessoal. O que é de interesse principal é a energia emocional sentimento que permeia pensamentos negativos e crenças, porque é esta força compulsiva que dá significado e poder ao pensamento disfuncional.
Sem essa carga emocional, memórias, crenças e pensamentos negativos tendem a perder seu poder e se dissipar. Dizemos que eles perdem seu poder operacional e tempo de residência, o que significa que eles têm efeito menos compulsivo, menos capacidade de dominar nossas mentes, e nós tendem a gastar menos tempo se proliferando e ruminando pensamento disfuncional.
Todos Mindfulness terapia começa com aprendizagem e praticando a arte de auto-reflexão durante o dia, aprendendo a reconhecer nossa habitual reatividade cognitiva e reatividade emocional.
Temos de começar a despertar para o que está acontecendo em vez de ser levados junto por hábito; podemos começar a tornar-se "consciente" e "acordado" em vez de operar em auto-piolot.
Depois de identificar nossos hábitos – para tornar-se chateado, irritado ou frustrado em determinadas situações ou ansioso e temerosos em outros – então refinar o processo e ensinar-na ser capaz de capturar cada pensamento reativo específico e emoção que surge em tempo real.
Mindfulness terapia, em geral, sempre move do abstrato para o específico, porque é mais fácil trabalhar em mudar pensamentos do que ao alterar gerais Estados emocionais e reações específicas.
Procure por esses pensamentos específicos que surgem e pegá-los logo no início, antes que eles tenham tempo para proliferar. A preocupação é um exemplo clássico de proliferativa pensar que pode virar uma reação de ansiedade pequeno em um pesadelo. S
e você pode pegar a reação de ansiedade desde o início, você pode evitar muitas vezes o sofrimento adicional associado a preocupação.
Tornando-se realmente hábil neste processo é o início da terapia Mindfulness e forma muitas pessoas isto pode fazer toda a diferença e levar a mudanças profundas.
É uma verdade clássica que falta de consciência é nosso maior inimigo e nos faz mais dano e leva ao sofrimento considerável. Isso foi reconhecido pelo Buda, 2600 anos atrás, que nos ensinou a virtude nobre de despertar para nosso sofrimento, chamado dukkha, em vez de cegamente aceitá-lo e proliferando dukkha de ignorância, ou ignorância.
1-Esta primeira parte da terapia de Atenção plena ou Mindfulness Therapy é o que eu chamo a fase de reconhecimento – aprender a reconhecer e despertar a nossa reatividade – e assumir a responsabilidade por nosso próprio sofrimento, ao invés de culpá-la de outras pessoas e sobre as condições externas.
A ansiedade como uma condição crónica raramente é devido a causas externas. O que fazemos em nossas mentes é agora a maior fonte de sofrimento. Como existe uma realidade objetiva, sim, mas o sofrimento é muito mais um processo subjetivo de pensar condicionado que inadvertidamente adicionamos à dor da dor.
2-A segunda fase do TAP tem a ver com como nos relacionamos com nossa ansiedade, nosso interior dukkha ou sofrimento. Esta é a fase mais importante e é onde a profunda transformação e cura toma lugar.
Em última análise, aprender a reconhecer nossa reatividade não é suficiente para transformá-lo, mas ele parar o processo de proliferação, muitas vezes descrita como "a besta de alimentação". Se você não alimente sua ansiedade, em seguida, ele se tornará mais fracos e menos poderosos.
Na fase de relacionamento, podemos fazer uma escolha fundamental e revolucionária que pode desativar completamente a situação ao redor, e que é que nós escolhemos virar para o sofrimento. Treinamos-nos para acolhê-lo, para tornar um espaço para a nossa dor interna, para cumprimentá-lo como seria um amigo; um professor.
Isto, naturalmente, é o oposto da nossa resposta habitual para reagir a uma segunda vez para a ansiedade percebida com resistência, a aversão e a evasão ou a fantasiar sobre como melhor seria, "se somente …"
Ele não pode ser Teller como isso é importante. O Buda ensinou muito sobre a importância da compaixão-bem, aqui é – compaixão real em que você permitir que sua dor de existir, unthreatened e em segurança, molestada pelo ego controlar. Esta é a resposta de carinho, de bondade, compaixão verdadeira que é simplesmente chamado amor.
Quando você trazer essa qualidade de presença ao sofrimento é como o sol brilhando em um bloco de gelo-o gelo derrete e retorna a um estado de fluidez. Esta fluidez e maleabilidade é necessária para a cura e a resolução de ansiedade e sofrimento.
Reatividade sempre tem uma dureza e qualidade inflexível a ele, e quando nós estão bloqueados em padrões de reativo pensando e sentindo nada pode mudar.
Mindfulness restaura o espaço interno de criativo e intuitivo de pura consciência em que sua inteligência intuitiva interna pode flor e orientar o processo de cura é natural.
Formações emocionais apertadas, contratadas desprender-se e desdobram, revelando a estrutura interna mais detalhada o nível sensorial. Como podemos ver mais este detalhe sutil experiencial, muitas vezes sob a forma de imagens, sensações do corpo e sentimentos sutis, cura e transformação aceleram.
Muitas vezes nós pode intuir o que precisa acontecer a seguir e experimentar fazer pequenas mudanças a nível sensorial e verificar como essas alterações afetam a emoção.
Quando a fase de relacionamento da percepção consciente é bem cultivada, transformação começa a sério. Quando entramos o mundo experiencial rico de imagens interna e os sentimentos sutis que acompanham estas imagens inata, os caminhos para resolução começam a apresentar-se muito naturalmente e podemos começar a explorar os detalhes do que leva à resolução da emoção.
3-Esta é a fase de resolução da Terapia de Atenção Plena Mindfulness Therapy.
Em um caso, uma mulher focada mindfulness em um complexo emocional persistente de culpa-ansiedade que colorido cada parte de sua vida e relacionamentos com seu marido e filhos.
No estado de presença consciente aberto e aceitando, ela percebeu que a culpa era na cor preta e tinha uma disco rígida triangular metálica.
Estas imagens ressoou muito fortemente com a qualidade de sentimento emocional de sua culpa e ela tornou-se muito absortos no experimentando este imaginário experiencial.
Quando ela perguntou a ele que ele precisava, ele respondeu que precisava de luz. Ela experimentar um pouco e brilhava uma luz sobre o objeto. Em seguida, ela percebeu que o que realmente precisava mais do que a luz era calor, e ela tentou outro experimento em que ela tentou quebra o objeto preto duro em um cobertor. Que era melhor, mas não é o bastante. Após várias experiências mais, ela encontrou que mentir ao lado do objeto e dando-lhe o seu calor corporal funcionavam melhor. Como ela imaginava fazer que ela podia sentir o elevador de culpa, o estado contraído amolecida e as imagens também mudado. O objeto negro tornou-se luminosos e parecia flutuar fora de seu corpo.
Este processo em que nosso imaginário experiencial criativo interior é permitido para desdobrar naturalmente e sem a interferência da mente pensar é muito poderoso e cria novas maneiras de nos relacionarmos com a realidade objetiva dos eventos de vida, memórias e traumas que estão associados com "preso" reações emocionais como culpa, raiva, ansiedade e depressão. É um mundo rico dentro quando fazemos a escolha à procura-olhando com atenção.
Mindfulness Therapy ou Terapia de Atenção Plena e aconselhamento através do Skype
TAP e aconselhamento através de Internet
A TAP está se tornando mais popular do que nunca para pessoas ocupadas.
Como um profissional terapeuta online, tenho notado um aumento dramático do número de clientes que preferem ter sessões de terapia no conforto de suas casas, em vez de dirigir ao escritório do terapeuta.
Todos dizem que eles acham sessões on-line usando o Skype ou Messenger ou outros formatos videocam para ser menos intimidação de sessões presenciais e que sentem-se geralmente mais relaxado e responsável pelo processo de.
Isso é bom, porque qualquer forma de terapia, ensino ou treinamento destina-se a dar-lhe as ferramentas que você precisa gerenciar melhor o sofrimento emocional para que você possa viver uma vida mais feliz.
É surpreendente como sessões de terapia eficazes Skype são. Embora o cliente e o terapeuta podem ser milhares de milhas distante, ela se sente como se estivesse na mesma sala. Este formato está se tornando muito popular para pessoas em áreas remotas ou pessoas que não conseguem sair de casa por uma razão ou outra.
É uma tábua de salvação para aqueles com agorafobia, que estão tentando aprender a lidar com a se aventurar fora. Na Austrália, por exemplo, terapia de internet é muito comum, porque muitas pessoas vivem em comunidades isoladas onde há poucos, eventualmente, conselheiros. Curiosamente, muitos dos meus clientes vivem no Brasil.
Nesses casos, há uma abundância de terapeutas disponíveis, mas a concorrência é tão alta que não podem pagar suas taxas.
Eu compilei uma lista de verificação e guia para ajudá-lo se você está considerando a terapia Online usando o Skype. Como sempre, se houver qualquer tipo de emergência médica, você deve contatar seu médico primeiro. A terapia online não é um substituto para o tratamento médico de transtornos mentais.
LISTA DE VERIFICAÇÃO
Certificar-se de que o terapeuta online oferece consulta de e-mail gratuito para que você pode fazer perguntas sobre o processo. Você deve ser dada a oportunidade de descrever os problemas emocionais que você está lutando com e sentir-se satisfeito com a resposta do terapeuta potencial. Isso permitirá que você ter uma idéia de sua abordagem e se ele entra em ressonância com o que você sente que você precisa.
Ler livros ou artigos escritos pela terapeuta. Esta é uma boa maneira de determinar a credibilidade e a abordagem terapêutica do terapeuta. Ter uma lista de credenciais é uma coisa, mas não necessariamente significa que sua abordagem será apropriada para você, pessoalmente. Você deve ter uma noção de sentimento bom sobre o terapeuta online potencial antes de iniciar. Naturalmente, o mesmo se aplica para a seleção de uma terapeuta tradicional.
Eu acho que é um bom sinal se o terapeuta Solicitar pagamento depois de uma sessão, e não antes. Dessa forma, você paga somente se você estiver satisfeito com a sessão e sente que você ganhou alguma coisa.
Certifique-se de que o pagamento on-line é feito através de um site seguro, como o PayPal. Isso pode ser configurado facilmente. Basta ir ao paypal.com.
Abordagem terapêutica on-line como um meio de ensino do que você espera obter determinadas ferramentas e informações para ajudá-lo a melhor gerenciar seus problemas emocionais. Você deve sentir que você acabar com algo de valor de cada sessão.
O PROCESSO
Você pode baixar o software que permite fazer chamadas com vídeo Skype da www.skype.com. É fácil de configurar e o mais importante é o serviço do Skype é gratuito. A maioria dos laptops têm um construído em videocam e mic, que torna muito fácil.
Se seu computador não tem isso, você pode comprar um videocam muito barato que conecta através da porta USB. Seu potencial terapeuta on-line deve ser capaz de ajudá-lo com a instalação.
Sessões de terapia Online do Skype podem ser conduzidas de em qualquer lugar do mundo. Tudo que você precisa é o acesso à internet. Este é um recurso maravilhoso, porque permite que você fale com qualidade profissionais e professores que podem não estar disponíveis em sua região ou país.
Por exemplo, alguém da Alemanha ou Austrália pode ter uma sessão com uma terapeuta de qualidade da Califórnia ou de Boulder, Colorado - a "cama quente" de progressivas escolas de psicoterapia, terapeutas alternativas e professores espirituais.
O mundo tem se tornar muito mais ligado através desta tecnologia maravilhosa e as possibilidades são ilimitadas para promover o bem-estar e felicidade.
Terapia de Atenção plena ou Mindfulness Therapy online através do Skype para agorafobia
Agorafobia e ansiedade Social são caracterizados por reações emocionais intensas e ataques de pânico relacionados a mudar de local físico.
Terapia Mindfulness online usando Skype é uma excitante nova abordagem para ajudar as pessoas presas por esta forma debilitante de ansiedade. Terapia online do Skype permite que as pessoas a trabalhar em sua ansiedade no conforto de suas casas e desenvolver gradualmente as ferramentas que permitirão que eles aventure-se e tornar-se mais confiantes em si mesmos, para que eles possam participar e obter mais gozo da vida.
Em meus clientes on-line, uma mulher em seu 30s atrasado raramente movido fora da zona de segurança de sua casa, porque ela estava convencida de que algo terrível iria acontecer e lá seria ninguém para ajudá-la.
Essa sensação de isolamento intenso e o medo de ficar sozinho são um lado irônico para um distúrbio comportamental que produz apenas isso - isolamento e solidão. Muitos sofrem de ansiedade social tem auto-confiança muito baixa e até mesmo diminuir a auto-estima.
Eles estão presos por crenças negativas sobre si mesmos em que eles são incapazes de lidar com a mudança. Não só mudança de localização, mas mudança de rotina ou qualquer coisa, que pode ser descrito como o ritmo familiar para suas vidas.
Em termos de reatividade emocional, aqueles com transtornos de ansiedade social experiência que melhor pode ser descrito como uma contração interna de energia emocional.
Os contratos de ansiedade e concentrados em um ponto focal apertado, geralmente centrada em um pensamento ou uma crença. Este curso é a condução energia emocional que pode levar a um ataque de pânico, que pode ser descrito como uma explosão de ansiedade, levando a um comportamento muito irregular. Isso é o que muitos doentes têm mais medo de - esse comportamento de fuga e incontrolável.
Ao longo dos anos, vêm estudando esse processo de contração e encontrei esse mindfulness ser extremamente eficaz como um antídoto.
Mindfulness, pela sua própria natureza é uma expansão da consciência e tão admiravelmente neutraliza a contração de consciência associados reactividade emocional. Há muitas maneiras que mindfulness pode ajudar com transtornos de ansiedade.
A habilidade de primeira e mais básica é simplesmente aprender a despertar para o pensamento reativo interno que este ocorra. Esse processo simple de reconhecimento pode e fazer toda a diferença.
No livro, O caminho da meditação Mindfulness, está descrito isto como um dos 3 R de prática mindfulness: reconhecimento, relacionamento, resolução.
Se uma pessoa pode aprender a reconhecer suas habitual reativos pensamentos que possam surgir, em seguida, um momento de escolha abre. Se ele permanece cego, nada pode mudar.
Quando a senhora acima mencionada levou em formação mindfulness comigo, ela logo aprendeu a pegar esses pensamentos reativos. Na verdade, depois de algum tempo, tornou-se um jogo para ela e pela primeira vez em muito tempo ela sentiu que ela tinha algum controle.
Este é um dos benefícios imediatos de terapia de Atenção plena ou mindfulness therapy- os clientes mudam rapidamente de ser a vítima a ser habilitadaos. Para um agoraphobico, isso é uma revolução.
Em vez disso se sendo dominada por pensamentos negativos, ela começou a vê-los como nada mais do que "objetos", e na verdade ela imaginou-los como seixos em uma praia.
Ela poderia vê-los tão discretos entidades e poderia simplesmente andar em torno deles, buscá-las e olhá-los, mas ela já não foi obrigada a tornar-se -lhes.
Ela começou a encontrar seu verdadeiro eu mais uma vez - um Self que não foi definido por pensamentos hard rock, mas foi essa criança curiosa que poderia olhar para estas "coisas" e não ter medo.
Este é o início da fase de resolução do mindfulness - um comunicado de que contraiu energia, uma flor de sua verdadeira essência como o "saber" do conteúdo de sua mente - o "conhecido" e o habitual reatividade e resistência a suas emoções - "o conhecedor".
A Atenção Plena ou Mindfulness permite-na deixar de ir o conhecido e o conhecedor e despertar como o saber - a consciência pura da mente livre e do coração.
Superando a ansiedade com TAP
Desordem de ansiedade generalizada é uma condição muito comum que afeta muitos de nós em algum momento em nossas vidas. A qualquer momento, estima que menos de 10 milhões de pessoas nos Estados Unidos foram diagnosticados com DAG e estão ativamente procurando tratamento através de medicação ou alguma forma de terapia cognitiva.
Em essência recorrente ansiedade é uma forma de preocupar-se intensa sobre saúde, trabalho, medo do futuro ou uma grande variedade de situações que podem ocorrer no futuro que cria uma quantidade imensa de sofrimento emocional. Então o que podemos fazer para controlar os nossos níveis de ansiedade?
É importante compreender que a ansiedade, como reacções mais emocionais, tem uma estrutura. Não é um processo aleatório, mas é produzida pela combinação de dois componentes: pensei que estruturas e associado a energia emocional do sentimento.
Estamos todos familiarizados com os padrões de pensamento negativo recorrente: os loops de pensamento que mantêm e ampliam a preocupação e ansiedade.
Este diálogo interno pode ser implacável e muitas vezes bate-nas primeiras horas da manhã, se nós pode dormir em tudo! Este pensamento negativo tende a solidificar em crenças generalizadas sobre o futuro, sobre nós mesmos e outras pessoas que leva uma vida própria.
Podemos tornar-se consumido por se preocupar com coisas que nunca pode acontecer. Mas, mais importante ainda, o pensamento de se preocupar em nada nos ajudar lidar com a realidade objetiva das coisas que precisam de nossa atenção.
Na verdade o pensamento reativo nos torna menos capaz de lidar, deixa-nos sentir drenado e confuso.
Claramente, o caminho para controlar a ansiedade deve envolver alterar esses loops de pensamento negativo interno e crenças. No entanto, a maioria das pessoas encontrar isso extremamente difícil de fazer.
Eles sabem a um nível conceitual que a preocupação é irracional e não útil e está causando a tornarem-se doente, mas nenhuma quantidade de conversa interior parece alterar a ansiedade. Isso é porque não há outro componente que na verdade é muito mais importante do que o conteúdo dos pensamentos negativos e crenças: energia emocional do sentimento.
Isso é o que dá sentido e poder para nossos pensamentos, e em formações de ansiedade, grandes concentrações de energia emocional tornar-se ligado a palavras ou crenças.
Com esse entendimento, vemos que se pode encontrar uma maneira de liberar esta energia presa, então os pensamentos e crenças vão perder seu poder e dominação compulsiva do nosso pensamento e tendem a ser substituído por pensamentos mais apropriados.
O pensamento negativo ainda pode surgir de hábito, mas sem o investimento emocional, ele tem nenhum lugar para ir e no tempo vai desaparecer.
Concentrando-se em liberar os presos, congelada energia emocional que tem ficado agarrada ao pensamento habitual é um dos focos principais da TAP.
Primeiro nós treinar-na identificar estes negativos pensei reações. Isso é mais importante, porque não podemos mudar o que não podemos ver. Portanto, temos nossas reacções visível por prestando bastante atenção para pegá-los como e quando eles ocorrerem.
Mas depois de dominar isso, podemos mudar nossa atenção longe do conteúdo ou a história de que forma a estrutura cognitiva da reação de ansiedade para a qualidade de sentimento emocional que lhe dá poder. Isso é chamado de "sentado com a emoção".
Aprendemos a sentar-se com nossa ansiedade, sem se envolver em pensamento e ainda mais reatividade, ou na tentativa de atacar os pensamentos negativos. Estamos, na verdade, aprendendo a nossa atenção para a reação, e isso muda tudo.
Jeff, um engenheiro de software com êxito, sofria de enfraquecer a ansiedade social e sofria de reações de pânico; Temendo que ele iria congelar quando pediu para falar sobre seu trabalho em conferências ou mesmo em reuniões de grupos de trabalho. Ele iria notar sua corrida de coração e ele estava obcecado com preocupação que ele iria desmaiar ali mesmo no meio do evento ou apresentação. Ele odiava a sair de casa, odiava viajar e tinha muito medo de qualquer nova situação.
Em uma sessão de Terapia de Atenção Plena ou Mindfulness Therapy , José aprendeu a identificar esses padrões habituais de ansiedade-produzindo pensamentos e, em seguida, aprendeu a sentar-se com a energia de sentimento que cercou os pensamentos no coração da reação emocional.
Ao invés de se tornar consumida pelo conteúdo do pensamento de ansiedade, ele aprendeu a concentrar a atenção sobre o sentimento propriamente dito. Como ele fez isso, ele começou a notar detalhes sobre a estrutura interna da energia sentimento.
Isso surpreende a maioria das pessoas quando começamçam a terapia de Atenção plena ou mindfulness therapy . Eles têm nunca realmente parecia em seus sentimentos antes. Pensamentos sobre eles por horas. sofreu em suas mãos. mas nunca realmente sentei para baixo e olhou em que este "sentimento" realmente são.
O que José tem notado é que o sentimento de ansiedade foi claramente associado com cores brilhantes, com intenso vermelho e laranja, e que essas cores sentiu-se quente. Quanto mais ele olhou o sentimento, quanto mais ele aprendeu sobre sua estrutura interna. Ele também notou como as cores parecem assumir a forma de uma nuvem , um nevoeiro que envolveu todo o seu corpo.
This kind of sensory and experiential detail is very important because they are tangible, and José clearly felt that these colors resonated with his anxiety feeling.
The power that leads to transformation is always in the details, not the abstract ideas or thoughts about an emotion. When a person says, “I am anxious” they are only experiencing a superficial level of the emotion and this is very difficult to change because it is so abstract.
Once a person gets down to the sensory details such as the color, shape and temperature of the emotion, or where it is located in the body, then they have something very specific to relate to and to change.
We can experiment with making subtle adjustments to the color and form of the emotion and monitor how this changes things. In Jeff’s case, he found that when he imagined surrounding the hot red colored feelings with the vastness of the night sky the level of his anxiety dropped from an 8 to a 4 on a scale of 10. When he imagined looking at the red feelings as if it were a star, the anxiety dropped to a 2.
Esta simples mudança no seu interior, imagens permitiu-lhe alterar drasticamente o nível de ansiedade, e isso foi seguido por uma grande mudança em sua percepção da situação e em suas crenças e auto-confiança.
As transformações psicológicas seguiram esta mudança fundamental a nível de sentimento, e isso é muito típico porque as crenças dependem de energia de sentimento para lhes dar significado e poder. Como você altera as imagens você altera o sentimento, e como a energia de sensação é liberada a crenças e cognição alterar em proporção direta.
O outro aspecto interessante da TAP é que ele não só facilita a resolução e transformação do sofrimento, tais como ansiedade ou depressão ou raiva, mas também traz uma mudança fundamental na nossa identidade como podemos começar a se libertar de nossos padrões habituais de reatividade.
Jeff começou a sentir-se mais como o céu noturno, e não como o hot spot de ansiedade: ele começa a ver-se como a vasta presença espaçosa da consciência em vez do Estado contraído de reações emocionais. Isso muda tudo.
EXERCÍCIO
1. Sentar e se sentir confortável. Feche os olhos. Permita-se relaxar e praticar mindfulness básicas de respiração para firmar a mente.
2. Abra o campo de sua consciência até que ela se sente como um grande espaço.
3. Introduzir uma emoção de ansiedade para este espaço e experimentar com apenas sentado com ele como você faria com um amigo: olhando e ouvindo atentamente com interesse e uma mente aberta.
4. Encontre a cor que melhor se adapta a sensação.
5. Experimentar em torno dessa cor com outra cor. Tente o exato oposto cor primeiro e observe a mudança na intensidade do sentimento da ansiedade.
6. Desenvolver essas imagens e tente outras modificações no tamanho, posição e movimento.
7. Continuar a acompanhar a mudança na intensidade em uma escala de 1-10. Quando a ansiedade tenha reduzido em pelo menos 50% abre os olhos e fazer uma pausa antes de retornar para outra rodada.
8. Repita todo o processo 5 a 10 vezes para 3 a 4 dias. Observe como suas percepções mudam a cada dia.
Agora, claro que é mais fácil de fazer isso com uma terapeuta qualificado mindfulness, mas você provavelmente será bastante surpreso com quão rapidamente as coisas mudam quando você chegar para baixo para o nível sensorial detalhado, tornado possível através de atenção focalizada.
Se você observar alguns efeitos particularmente dramáticos que você gostaria de compartilhar, por favor me envie um e relate e-mail e suas descobertas.
Além de trabalhar com uma terapeuta você também pode tentar isso com um amigo, se você puder encontrar alguém disposto a ouvir e fornecer essa presença consciente que é tão essencial para este processo de transformação.
TAP realmente faz a diferença
TAP através do Skype ou serviços baseados na web semelhantes, ganhou popularidade significativa nos últimos anos, principalmente devido à sua conveniência e a relação custo-eficácia.
Quando combinado com TAP, uma forma de psicoterapia que incide diretamente sobre cura emoções nucleares, sem gastar anos em análise biográfico, os resultados podem ser muito dramáticos.
Quando eu pedir às pessoas que querem mais de uma terapeuta, a maioria responderá que precisam apenas alguns ponteiro sobre como trabalhar com suas emoções, sua ansiedade ou depressão, estresse ou outra forma de sofrimento.
Eles querem aprender a parar de ser oprimido por suas emoções, de se tornar vítima de reatividade emocional e outra vez. As pessoas querem libertar-se de sua reatividade habitual negativa e aprender novas formas de seus sentimentos de processamento que é positivo e leva à cura, equilíbrio e felicidade.
Todos nós precisamos de ajuda com emoções difíceis, mas muitos de nós têm medo dos terapeutas! Nós não gosto da idéia de mostrar nossa vulnerabilidade a um completo estranho e podemos sentir envergonhados dizendo-lhes tudo sobre nossa história pessoal.
Mas, ao mesmo tempo, parte de nós reconhece que podemos ter tornam-se preso e permanecendo preso apenas não é uma opção mais. Talvez nossa ansiedade ou inner tumulto está levando-na ser deprimido e negativos o tempo todo, deixando-nos sentir desanimados e cansado.
Vamos ver como isso afeta nossas relações pessoais e da vida familiar, como nós estamos apenas menos "lá" para nosso parceiro ou nossos filhos. A vida deve ser uma apaixonado dança na qual podemos interagir positivamente com todos os desafios que enfrentamos.
Em vez disso, recuar, contrato e retirar-se em nossa linha de comando. Ninguém em casa. Não incomodar. Deixa-me.
Este é o estado mentalque em que muitos de nós nos encontramos, condenado a viver a vida como escravos para nossos hábitos reativos.
Vivemos como vítimas de nossas emoções, pensamentos, crenças e memórias, escravizadas pelo conteúdo da nossa mente que resultem do hábito e anos de negação, e isso é o que Mindfulness terapia tenta corrigir.
Curiosamente, a comunicação através de um videocam é definitivamente mais confortável para muitas pessoas, e conduzir uma sessão num ambiente familiar de uns própria casa (ou escritório) faz com que o cliente se sentir muito mais habilitadas no processo de terapia.
TAP é tudo sobre recuperar um sentido de nossa verdadeira identidade como algo muitos mais do que todos os mesquinhos conteúdos que compõem a história do que nós pensamos que somos.
Em algum nível, sabemos que há mais para nós do que o conteúdo material do sombrios formulários; sentimos um espírito interior que é maior do que todas as nossas preocupações, desilusões, frustrações e ansiedades.
A Terapia da Atenção Plena (mindfulness) nos coloca em contato direto com esta dimensão espiritual de nosso ser e como podemos fazer contato com esta dimensão maior, ele respira calor cura para as regiões congeladas e frígidas da mente contratada e começam a transformação e cura.
É um recurso extraordinário da mente humana que está sendo completamente presentes com nosso sofrimento é em si mesmo diretamente de cura. A Atenção Plena o Mindfulness realmente cura. Aprender a estar totalmente presentes com nosso sofrimento, ou o sofrimento de outros, é o foco da terapia de Atenção Plena ou Mindfulness Therapy on-line.
Quando nos concentramos com atenção plena ou mindfulness nas nossas emoções emoções dolorosas, criamos um espaço em torno deles que é a essência da compaixão e bondade e não-reatividade. Não surpreendentemente, emoções contratadas respondem a esta liberdade interior, unclenching e lançando seu aperto em você.
Neste espaço interior de completa envolvidos-presença, que é o que mindfulness é, emoções dolorosas finalmente recebem permissão e liberdade para alterar e curar.
Esta é a visão notável apontada pelo Buda mais de 2500 anos atrás, e que agora é recuperar a popularidade com terapeutas e conselheiros em todos os lugares.
A grande mente, chamada a psique, mais do que capaz de curar o sofrimento criado pela mente pequena, o ego, if…and este é o grande IF…it é dada a liberdade em que mudar. Não há liberdade, sem alterações.
Mindfulness é a consciência que gera essa liberdade interior e facilita a cura no núcleo.
Convido todos vocês que realmente querem fazer uma mudança para melhor aprender habilidades mindfulness, incluindo meditação mindfulness e aplicar esta forma notável de consciência para curar as feridas do coração.
Gerenciamento de raiva com DAP
A raiva é uma emoção poderosa que pode causar danos incalculáveis em nossas relações estreitas, nossas comunidades e o mundo em geral precisa aprender novas estratégias para lidar com esta forma concentrada intensa de energia emocional.
Pelo menos 50% dos clientes que eu trabalho com on-line através do Skype sessões estão lutando com raiva em uma forma ou de outra e vêm a mim por causa dos efeitos destrutivos que raiva é ter em seu casamento ou sua família.
Outros reconhecem que não resolvidas raiva é o cerne da sua depressão e deseja encontrar melhores formas de trabalhar com esta energia intensa. Como muitas vezes afirmado Sigmund Freud, a depressão é raiva voltada para dentro para o self.
Outros reconhecem o imenso estresse associado com raiva e desejarem gerenciar sua raiva por motivos de saúde.
Qualquer que seja a motivação para mudar, todos sentem que sua raiva os impede de viver a vida ao máximo e os impede de ser feliz.
Existem muitas abordagens para trabalhar sobre a resolução de raiva, mas o princípio é o mesmo: temos de aprender a assumir a responsabilidade por nossas próprias reações cognitivas e emocionais e não externalizar, culpando a outras pessoas ou situações para a forma como pensamos. Este é o início da viagem à liberdade de raiva.
A maioria de nós se enquadram o hábito de pensar, "Estou com raiva porque ele/ela fez/disse que este /". "Estou com raiva porque eu perdi meu dinheiro devido ao colapso do mercado de ações". "Estou com raiva por causa do abuso que teve de suportar como uma criança, repetidamente submetida à raiva do meu pai".
Estes são fatos reais que produzem claramente a dor, mas nossas reações emocionais são na verdade criadas internamente-eles são subjetivos e variam de pessoa para pessoa e de dia para dia. Muitas vezes é útil separar "dor" de "sofrimento".
Trauma emocional ou sexual produz dor, mas é nosso reações à dor que cria sofrimento – como é o caso com raiva.
É perfeitamente compreensível e aceite na nossa cultura que um deve tornar-se irritado quando certas coisas acontecem, mas é importante entender que o causal link é uma ilusão, um auto-engano.
Há não, "porque." Noções básicas sobre isso em um nível profundo conceitual é vital se você quiser quebrar livre de reatividade habitual de raiva, ou qualquer outro condicionado reações emocionais para esse assunto.
Todos eles dependem desta ilusão básico no qual nós cegamente identificar com reações e efetivamente "tornar-se" a reação. Uma raiva pensei que surge e estamos a tornar-se a raiva e todas as nossas ações de corpo, fala e mente são afetadas pela raiva.
Esta força compulsiva de se tornar foi reconhecida pelo 2600 Buda há anos, a principal causa de nosso sofrimento. Aprender a assumir a responsabilidade por nossas reações emocionais é essencial – que o Buda descreveu como a primeira nobre verdade.
Os 4 R de TAP para superar a raiva
Eu trabalho com a TAP para ser uma abordagem extremamente eficaz para trabalhar com padrões de reatividade habitual, como raiva, porque ele vai além da importante, mas ainda abstrato nível de pensamentos e crenças, como descritas acima para a mecânica do processo de reatividade propriamente dito.
Mindfulness é um processo de investigação profunda sobre exatamente o que está acontecendo a nível sensorial e experiencial.
A primeira fase da terapia Mindfulness é reconhecimento.
Treinamos-na reconhecer o impulso de reagir com raiva. Na maioria das vezes nós não vemos este impulso e instantaneamente se tornar os pensamentos irritados, voz e corpo. Nossos músculos do rosto apertar, nossa voz torna-se mais alto e nossos pensamentos contratos para baixo em preto e branco de pensar.
A reação pode ocorrer em menos de um minuto, e então se tornar mecânicos, perdendo toda a nossa liberdade e escolha e obrigados a agir fora o argumento com o nosso parceiro ou tornar-se frustrado e irritado com o mundo. O truque é pegar a reação antes para toma forma, e isso significa em sintonia para o impulso de reagir. Que é o ponto crítico que irá determinar o resultado do sofrimento ou não.
A Atenção Plena ou Mindfulness nos ensina como tornar-se primorosamente sensíveis aos impulsos reativos e treina-na arte de reconhecer seus decorrentes em tempo real. Vê-los desta forma imediata é um ponto de viragem para muitas pessoas. em vez de ser vítimas indefesas de suas reações de raiva experimentam agora a um momento breve mas real de escolha.
Liberdade está retornando e com liberdade, inteligência também retorna e descobrimos que somos capazes de tomar decisões mais acertadas que levam a melhores resultados.
2 A próxima fase da terapia Mindfulness que descrevo no meu artigo O Caminho da Atenção Plena , é a relação.
A captura os impulsos que possam surgir é o primeiro passo, mas o que podemos fazer em seguida é muito mais importante. A Atenção Plena ou Mindfulness é compaixão, carinho e simpatia. não é diferente dessas qualidades.
Quando eu trabalho com clientes, eu ensiná-los a voltar para o impulso e o subjacente machucar; para cumprimentá-lo, bem-vindo-lo e convidá-lo para o espaço de percepção consciente. Esta é a fase de relacionamento de aprender a ser totalmente presentes com o sentimento atrás o impulso. A maioria de nós correr uma milha no sentido oposto!
Podemos resistir, evitar, suprimir – tudo perfeitamente compreensível, mas também totalmente ineficaz em ajudar a raiva para transformar e alterar.
Temos de aprender a responder para o impulso de reagir com aceitação consciente e cuidar-amor.
Não é fácil, mas se nós cair abaixo do nível de pensamento para o Reino de experimentar, não é tão difícil de cultivar a presença com nossa dor, nossa raiva e nossa aversão a nossa dor e raiva. Terapia mindfulness ensina a reconhecer e se relacionam com todos esses movimentos da mente reactiva.
A resposta de reconhecimento-relação de mindfulness pode ocorrer em menos de um minuto no mesmo intervalo de tempo como uma reação de raiva, mas o resultado será totalmente diferente. Muitas vezes para a maioria das pessoas, isso se traduz em "tendo tempo limite".
Retirar-se da situação e, em seguida, gastar 5-10 minutos "sentado" com a emoção de raiva e dando-lhe muito espaço em que se expresse – internamente, não externamente. Criar um espaço consciente em torno de sofrimento permite que o sofrimento transformar e resolver-se de muitas maneiras diferentes.
Este é o terceiro do 4 de R: resolução. Quando você responde a sua raiva com bondade, paciência e amor em vez de reagir a ele com mais raiva, pensar mais, mais identificação na história, a raiva vai resolver-se.
Que a energia reprimida quer uma tomada, uma maneira de liberar-se do nível experiencial, que não é o mesmo que ficar irritado a nível externo.
Ventilação externa realmente inibe o processo de resolução mais frequentemente do que não. Resolução interna é um processo muito mais sutil que envolve mudanças no imaginário de sentimento e interior.
Aprendendo a libertar-nos de padrões habituais de raiva e outra reatividade envolve aprendendo a girar no sentido destes compulsões e, em seguida, construir um relacionamento muito íntimo e carinhoso com a energia emocional preso dentro.
Isto abre um caminho que leva à dissolução da raiva e libera sua mente para descobrir formas mais criativas de responder, a quarta das 4 da R: resposta.
Trata-se de ação com base na inteligência intuitiva interna e de liberdade, não cega reatividade com base no condicionamento habitual. Aprender a responder e não reagir é o nome do jogo.
Aprender a sentar-se com depressão
Durante meu trabalho com clientes através de sessões de Skype ou no escritório, eu acho que um dos problemas centrais a maioria das pessoas têm é que eles não sabem como focalizar interiormente e criar uma calma, espaço seguro no qual pode se envolver com seu sofrimento emocional interior. ]
Desenvolvemos uma infinidade de reações secundárias de evasão, resistência ou demissão simples. Podemos nós mesmos ocupado em atividades, qualquer coisa para evitar que enfrentam a realidade interna de nossa ansiedade ou depressão.
Podemos falar sobre nossos problemas, analisá-los e tentar consertar as coisas através de força de vontade e pensamento positivo, que são todos muito bem em si, mas apenas se eles vêm de uma fundação de quietude e escuta interior.
O problema é que nós não aproveitar o tempo para cultivar esta relação interna e que é como tentar corrigir um problema sem conhecer todos os factos, e que nunca é uma boa estratégia.
Temos de aprender que a arte de ser ainda e completamente presente com a ansiedade, a depressão, a memória traumática ou outra chateado; em suma, precisamos aprender a arte de ouvir dentro.
Todo mundo sabe a importância de ouvir sem, um amigo ou a criança que precisam de nossa atenção e apoio. Bem esta atitude muito mesmo é necessário dentro se nós queremos trazer sobre a cura.
Este é o principal trabalho de terapia de meditação Mindfulness: aprendizager formar uma relação baseada em ouvir, abertura e sendo completamente presentes com suas emoções, e em sessões de terapia-ensino, você aprenderá como fazer isso em grande detalhe.
Terapia começa no momento em que um cliente estabelece uma relação baseada em mindfulness com suas reações emocionais, e na verdade terapia quase pode ser definida como o processo de cultivar a arte de escuta interior até que se torne a resposta natural ao sofrimento. Por isso é tão importante? A atitude de escuta e sendo totalmente presentes para nossa experiência tem muitos efeitos extraordinários, e todos eles trazem benefício. Nível mais fundamental, ouvir é o processo em que vamos parar de reagir e começar a viver.
Isso é o que é descrito como o desenvolvimento de "presença", e esta é uma das principais características do mindfulness: estar totalmente presente para tudo o que você está enfrentando, sem a interferência de pensar ou reagir ainda mais para o que você está enfrentando. Na verdade mindfulness pode ser descrito como "engajados-presença."
É que a qualidade de escuta aguda e abertura à experiência acoplado por uma vontade de se envolver e enfrentar a nossa experiência, incluindo a dolorosos e desagradáveis pensamentos e emoções.
Como terapeuta, minha principal missão é ajudar meu cliente estabelecer essa presença engajados de mindfulness com seu sofrimento. Mindfulness nos ensina como entrar em sintonia com nossas emoções nucleares, e como fazemos, criamos um espaço próximo a dor que eu chamo de "espaço terapêutico de mindfulness". A reatividade tende a fechar e a mente, tornando-se temeroso e com raiva de contrato, nenhuma das quais ajuda o processo de cicatrização.
Mindfulness tende a abrir e expandir a consciência e literalmente abre espaço em que estados emocionais apertados e contraídos podem começar a mover, desdobrar e diferenciar. Em resumo: reatividade inibe o mudança; mindfulness facilita a mudança, e este é um dos princípios básicos da psicologia mindfulness.
Mindfulness de nossas emoções não é o mesmo que agindo fora da emoção e ele não é patinar no sentimento ruim. É o processo de "sentado" literalmente com a emoção: nada a fazer, onde ir, nada para corrigir, apenas sendo 100% presentes com a emoção como um objeto para observar e estudar com cuidado.
Esta mudança no relacionamento de reatividade subjetiva, na qual estamos continuamente são sequestrados por nossas emoções, para uma relação objectiva, em que podemos estar com nossas emoções em um Estado de silêncio interior, tem um efeito de cura imensamente poderoso.
Ele literalmente cria um espaço em que a emoção pode alterar de dentro. Assim, se você sentir-se oprimido pela ansiedade, medo, preocupações, culpa ou depressão, terapia de meditação Mindfulness será de grande valor para você.
Uma mulher descreveu como ela se viu como sendo uma vítima de preocupante incessante e ansiedade. Ela tinha tentado várias formas de terapia a falar, mas a ansiedade persistiu. Quando eu perguntei a ela que cor foi a ansiedade-emoção, ela parecia confuso.
Aparentemente, em todas as suas sessões de terapia anterior ninguém tinha perguntou-lhe para olhar para dentro e ver o que estava realmente lá. Falando sobre as emoções nunca é tão eficaz como realmente olhando para eles diretamente.
Depois de algumas sessões de MMT ela estabeleceu uma relação baseada em plena consciência interna com a emoção de ansiedade e imediatamente percebeu que ela tinha uma cor preta e tinha uma forma dura, apertada.
Agora, pela primeira vez, ela tinha algo de concreto para trabalhar com, e após várias sessões mais de simplesmente criar um espaço terapêutico mindfulness em torno do objeto preto, espontaneamente começou a suavizar e desprender-se, eventualmente assumir uma nova cor e mudando de muitas outras formas. A energia emocional restrito foi sendo lançada durante este processo de experimentar interna direta e isso levou a transformação profunda no núcleo. Dessa alteração no nível de sentimento do núcleo, suas crenças e pensamento também alterado e ela já não sentiram uma vítima de preocupante compulsivo.
Ela prontamente encontrou novas soluções e perspectivas mais positivas sobre as coisas, e tudo isso surgiu como consequência do primeiro aprender a estar presentes com seus pensamentos de preocupação pela formação mindfulness.
Meditação mindfulness é como "massagem mental", em que podemos trazer calor e cura energética a esses lugares duros, reativas dentro e com cada toque suave, sofrendo começa a responder, curando-se de dentro.
Durante a Terapia Mindfulness on-line, eu ensinar os clientes como fazer esta massagem"mindfulness" para que possam praticar a arte de cura interior no nível do núcleo e aprender uma maneira totalmente diferente de estar com os muitos desafios de suas vidas. O problema é raramente nos desafios, decepções e problemas, mas quase sempre da maneira que podemos reagir a esses eventos.
A Atenção Plena ou Mindfulness nos ensina como para manter o equilíbrio e evitar tornar-se reativos. Aprendemos a substituir reatividade com capacidade de resposta, com base em plena consciência, em vez de compulsão cego. Que é o caminho que cura sofrimento em nosso coração e nos nossos relacionamentos.
Na verdade, muitos dos meus clientes usam as habilidades de plena consciência que eles aprendem a curar os padrões compulsivos de reatividade e argumentando que destrói relacionamentos pessoais. Tudo começa por aprender a arte de escuta verdadeira com base na contínua-lembrança e presença envolvidos.
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